São Paulo - Nenhuma ação do índice Bovespa – o principal do mercado brasileiro – caiu nesta que foi a melhor semana para a bolsa desde maio de 2009. O Ibovespa encerrou a sexta-feira com uma valorização acumulada de 7,39%.
Os investidores estão confiantes de que a os ministros da economia dos países do G-20 reunidos em Paris consigam entrar em um acordo para deliberar sobre novas medidas que possam auxiliar em uma solução para a crise da dívida dos países da zona do euro.
Em Nova York, o índice Dow Jones registrou uma alta de 4,88%. Na Europa, o índice FTSEurofirst, que reúne as principais ações da região, subiu pela terceira semana seguida. O dólar terminou a semana com baixa de 1,9%. No mês, a queda alcança os 7,87%.
Destaques
As ações do setor imobiliário figuraram entre as principais altas do índice nesta semana. As companhias começaram a publicar os resultados operacionais no terceiro trimestre. E os números têm agradado os investidores.
A Cyrela, cujos papéis subiram 14,07%, divulgou um crescimento de 29,2% nos lançamentos no período em relação ao ano anterior, chegando a 1,7 bilhão de reais.
“Nós vemos esses resultados (junto com a prévia operacional da PDG) como uma evidência positiva da força da demanda, devido a representatividade dessas companhias”, destacam os analistas Marcos Pereira e João Arruda, da Votorantim Corretora, em um relatório.
As maiores altas da semana
Empresa Código Preço(R$) Var. % (sem) Var. % (ano)
Gafisa GFSA3 5,9 16,14 -49,8
Marfrig MRFG3 7,23 14,76 -52,99
PDG PDGR3 7,16 14,56 -28,29
Vanguarda VAGR3 0,63 14,55 -37
Cyrela CYRE3 13,54 14,07 -36,74
Marfrig
O frigorífico, que tem um dos papéis mais penalizados em 2011, avançou 14,76% nesta semana. A empresa publicou ontem à noite algumas mudanças operacionais com o objetivo de aumentar as margens. O mercado recebeu bem a notícias, mas ainda torce o nariz para a falta de detalhes.
“Nós recebemos bem os esforços da administração, mas o tamanho e o ‘timing’ do impacto ainda não está claro”, comentaram os analistas do BTG Pactual, Thiago Duarte, Fabio Monteiro e Enrico Grimaldi, em relatório.
Fonte Exame
sábado, 15 de outubro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Com feriado nos EUA, Bovespa segue Europa e cai 2,71%
Sem a referência de Wall Street, que não operou em razão do feriado do Dia do Trabalho comemorado hoje nos Estados Unidos, a Bolsa de Valores de São Paulo seguiu a Europa, onde uma leva de notícias ruins fez com que o índice Bovespa perdesse logo na abertura do pregão o nível de 56 mil pontos e, uma hora depois, o patamar de 55 mil pontos. O volume de negócios na Bolsa brasileira, reduzido pela ausência dos norte-americanos, foi um dos menores do ano.
O Ibovespa terminou a sessão em queda de 2,71%, aos 54.998,41 pontos. Na mínima, registrou 54.818 pontos (-3,03%) e, na máxima, os 56.521 pontos (-0,02%). No mês, passou a acumular perda, de 2,65%. E, em 2011, queda de 20,64%. O giro financeiro totalizou R$ 3,301 bilhões hoje, o menor desde 4 de julho, quando também foi feriado nos EUA. Os dados são preliminares.
Aos dados do mercado de trabalho ruins divulgados na sexta-feira passada e às preocupações de que a Grécia não será capaz de cumprir as metas de redução no déficit orçamentário, o noticiário ganhou hoje o temor de que a Itália terá seu rating rebaixado. A agência de classificação de risco Moody's afirmou nesta segunda-feira que ainda não concluiu sua análise sobre o rating da Itália, que desde 17 de junho está em revisão para um potencial rebaixamento, segundo um porta-voz.
As bolsas europeias caíram em bloco, puxadas pelas ações dos bancos, depois que a Agência Federal de Financiamento à Habitação dos EUA (FHFA) entrou com ações judiciais contra 17 grandes instituições financeiras globais, entre elas Barclays, HSBC, Royal Bank of Scotland, Deutsche Bank, Credit Suisse e Société Générale.
Para ajudar, o partido da chanceler alemã Angela Merkel foi derrotado nas eleições regionais, adicionando instabilidade política ao motor da região do euro e principal pilar de sustentação aos pacotes de ajuda aos países problemáticos do bloco europeu.
Na Bolsa de Londres, o índice FTSE-100 recuou 3,58%. Em Paris, o índice CAC 40 perdeu 4,73%, e, em Frankfurt, o índice Xetra DAX fechou em baixa de 5,28%. Em Milão, o índice FTSE MIB caiu 4,83%, o índice IBEX 35, da Bolsa de Madri, recuou 4,69%, e, em Lisboa, o índice PSI 20 teve queda de 2,82%. O ASE, da Bolsa de Atenas, perdeu 3,14%.
No Brasil, o setor bancário também teve fortes perdas, influenciado pela pressão de vendas dos seus pares no exterior, mas o dia foi de queda generalizada. Apenas seis ações do Ibovespa subiram - e duas ficaram estáveis.
As maiores baixas do Ibovespa hoje foram MMX ON (-6,23%), TIM Par ON (-5,82%) e Usiminas ON (-5,51%). As maiores elevações do índice foram Marfrig ON (+2,04%), Natura ON (+0,54%) e Eletropaulo PN (+0,51%). Bradesco PN encerrou o dia com queda de 3,51%, Itaú Unibanco PN caiu 3,97%, BB ON, -3,40%, e Santander unit, -4,13%.
Petrobras ON perdeu 2,31%, Petrobras PN, -1,67%, Vale ON, -2,27%, e Vale PNA, -1,66%.
Fonte Exame
O Ibovespa terminou a sessão em queda de 2,71%, aos 54.998,41 pontos. Na mínima, registrou 54.818 pontos (-3,03%) e, na máxima, os 56.521 pontos (-0,02%). No mês, passou a acumular perda, de 2,65%. E, em 2011, queda de 20,64%. O giro financeiro totalizou R$ 3,301 bilhões hoje, o menor desde 4 de julho, quando também foi feriado nos EUA. Os dados são preliminares.
Aos dados do mercado de trabalho ruins divulgados na sexta-feira passada e às preocupações de que a Grécia não será capaz de cumprir as metas de redução no déficit orçamentário, o noticiário ganhou hoje o temor de que a Itália terá seu rating rebaixado. A agência de classificação de risco Moody's afirmou nesta segunda-feira que ainda não concluiu sua análise sobre o rating da Itália, que desde 17 de junho está em revisão para um potencial rebaixamento, segundo um porta-voz.
As bolsas europeias caíram em bloco, puxadas pelas ações dos bancos, depois que a Agência Federal de Financiamento à Habitação dos EUA (FHFA) entrou com ações judiciais contra 17 grandes instituições financeiras globais, entre elas Barclays, HSBC, Royal Bank of Scotland, Deutsche Bank, Credit Suisse e Société Générale.
Para ajudar, o partido da chanceler alemã Angela Merkel foi derrotado nas eleições regionais, adicionando instabilidade política ao motor da região do euro e principal pilar de sustentação aos pacotes de ajuda aos países problemáticos do bloco europeu.
Na Bolsa de Londres, o índice FTSE-100 recuou 3,58%. Em Paris, o índice CAC 40 perdeu 4,73%, e, em Frankfurt, o índice Xetra DAX fechou em baixa de 5,28%. Em Milão, o índice FTSE MIB caiu 4,83%, o índice IBEX 35, da Bolsa de Madri, recuou 4,69%, e, em Lisboa, o índice PSI 20 teve queda de 2,82%. O ASE, da Bolsa de Atenas, perdeu 3,14%.
No Brasil, o setor bancário também teve fortes perdas, influenciado pela pressão de vendas dos seus pares no exterior, mas o dia foi de queda generalizada. Apenas seis ações do Ibovespa subiram - e duas ficaram estáveis.
As maiores baixas do Ibovespa hoje foram MMX ON (-6,23%), TIM Par ON (-5,82%) e Usiminas ON (-5,51%). As maiores elevações do índice foram Marfrig ON (+2,04%), Natura ON (+0,54%) e Eletropaulo PN (+0,51%). Bradesco PN encerrou o dia com queda de 3,51%, Itaú Unibanco PN caiu 3,97%, BB ON, -3,40%, e Santander unit, -4,13%.
Petrobras ON perdeu 2,31%, Petrobras PN, -1,67%, Vale ON, -2,27%, e Vale PNA, -1,66%.
Fonte Exame
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Ibovespa cai pelo 3o dia seguido, abaixo de 59 mil pontos
São Pualo - O Ibovespa fechou nesta segunda-feira abaixo de 59 mil pontos pela primeira vez desde maio de 2010, seguindo a aversão global a risco por preocupações com a dívida na Europa e nos Estados Unidos.
O principal índice das ações brasileiras recuou 1,08 por cento, a 58.837 pontos. O giro financeiro do pregão, considerando o exercício de opções sobre ações, foi de 8,36 bilhões de reais.
A terceira queda seguida do Ibovespa acompanhou o comportamento dos índices internacionais. O Dow Jones e o Standard & Poor's 500 perderam 0,76 e 0,81 por cento, respectivamente, e o índice Reuters-Jefferies de commodities teve baixa de 0,72 por cento.
O mercado vive a expectativa pela reunião de quinta-feira entre os principais líderes da União Europeia para discutir um segundo pacote de ajuda à Grécia. A ausência de um acordo até o momento e a possibilidade de que os bancos sofram perdas em uma reestruturação da dívida do país preocupam os investidores.
Além disso, nos Estados Unidos, permanece o impasse sobre o limite da dívida do governo. A Casa Branca informou que, se aprovado, o projeto republicano de corte e limitação de gastos será vetado pelo presidente Barack Obama.
Internamente, a perspectiva de alta de juros tira ainda mais a atratividade das ações. "O mercado acionário doméstico continua sofrendo a 'concorrência' das aplicações de renda fixa, sobretudo com a imprevisibilidade do tamanho do aperto monetário", afirmou o economista-chefe da Prosper Corretora, Eduardo Velho, em relatório.
O Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne na quarta-feira e, segundo a expectativa do mercado, deve elevar a Selic em 0,25 ponto percentual.
O exercício de opções sobre ações aumentou a volatilidade sobre os papéis de maior liquidez, especialmente o preferencial de Vale, que subiu 0,37 por cento, a 46,05 reais. A ação dominou o vencimento de opções, com os cinco maiores volumes de exercício.
A opção de compra de Vale a 45,48 reais por ação movimentou 456,07 milhões de reais e teve o maior volume do exercício. Em segundo lugar ficou a opção de compra de Vale a 43,48 reais por ação, com volume de 325,86 milhões de reais.
A ação preferencial da Petrobras, por outro lado, caiu 1,0 por cento, a 22,76 reais, mesmo com a notícia de aumento de 3,5 por cento da produção em junho.
Fonte Exame
O principal índice das ações brasileiras recuou 1,08 por cento, a 58.837 pontos. O giro financeiro do pregão, considerando o exercício de opções sobre ações, foi de 8,36 bilhões de reais.
A terceira queda seguida do Ibovespa acompanhou o comportamento dos índices internacionais. O Dow Jones e o Standard & Poor's 500 perderam 0,76 e 0,81 por cento, respectivamente, e o índice Reuters-Jefferies de commodities teve baixa de 0,72 por cento.
O mercado vive a expectativa pela reunião de quinta-feira entre os principais líderes da União Europeia para discutir um segundo pacote de ajuda à Grécia. A ausência de um acordo até o momento e a possibilidade de que os bancos sofram perdas em uma reestruturação da dívida do país preocupam os investidores.
Além disso, nos Estados Unidos, permanece o impasse sobre o limite da dívida do governo. A Casa Branca informou que, se aprovado, o projeto republicano de corte e limitação de gastos será vetado pelo presidente Barack Obama.
Internamente, a perspectiva de alta de juros tira ainda mais a atratividade das ações. "O mercado acionário doméstico continua sofrendo a 'concorrência' das aplicações de renda fixa, sobretudo com a imprevisibilidade do tamanho do aperto monetário", afirmou o economista-chefe da Prosper Corretora, Eduardo Velho, em relatório.
O Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne na quarta-feira e, segundo a expectativa do mercado, deve elevar a Selic em 0,25 ponto percentual.
O exercício de opções sobre ações aumentou a volatilidade sobre os papéis de maior liquidez, especialmente o preferencial de Vale, que subiu 0,37 por cento, a 46,05 reais. A ação dominou o vencimento de opções, com os cinco maiores volumes de exercício.
A opção de compra de Vale a 45,48 reais por ação movimentou 456,07 milhões de reais e teve o maior volume do exercício. Em segundo lugar ficou a opção de compra de Vale a 43,48 reais por ação, com volume de 325,86 milhões de reais.
A ação preferencial da Petrobras, por outro lado, caiu 1,0 por cento, a 22,76 reais, mesmo com a notícia de aumento de 3,5 por cento da produção em junho.
Fonte Exame
domingo, 17 de julho de 2011
Construtoras caem forte na bolsa, mas não é o fim do mundo, diz Ativa
Apesar de manter a recomendação de compra para todas as empresas do setor de construção, a Ativa Corretora atualizou nesta sexta-feira (15) os preço-alvos das companhias que integram sua cobertura, destacando que, embora o cenário macroeconômico não esteja mais propício, a demanda por imóveis segue forte e as empresas devem se beneficiar disso.
“Já tivemos períodos da economia mais propensos ao segmento, porém é um fato que o setor passa por um bom momento, com alta demanda de imóveis de baixa e média renda, e com o custo de financiamento para pessoas jurídica e física pouco impactado pelo aumento da Selic (taxa básica de juros) devido à baixa sensibilidade da taxa referêncial a variações”, explica o analista.
A Ativa Corretora ainda prevê que as pressões de custos devem prevalecer, embora não devam minar de maneira contundente a rentabilidade das companhias. “Não esperamos no curto prazo nenhum tipo de volta da rentabilidade a patamares de 2009, antes de pressão de custo de terrenos e mão de obra, o que já consideramos em nossas premissas”, destaca Halfeld.
Brookfield e PDG Realty: as prediletas
Entre as favoritas, a Ativa Corretora aponta a Brookfield (BISA3) e a PDG Realty (PDGR3), por acreditar que as companhias possuem capacidade de execução superior à média do mercado “em um setor que foi marcado recentemente pelo estouro de obras”.
Halfeld estabeleceu um preço-alvo de 13,20 reais e 13,71 reais até junho de 2012, respectivamente, o que representa um potencial de valorização de 89,65% e 71,16% frente à cotação de 6,96 e 8,01 reais vistas no fechamento do último pregão.
“Também recomendamos exposição à Duratex (DTEX3), por sua correlação ao setor imobiliário e sua posição líder no mercado ainda promissor de painel de madeira”, destaca a Ativa, após estabelecer um preço-alvo de 18,22 reais para os papéis da companhia, o que representa um potencial de alta de 58,98%.
Fonte Exame
“Já tivemos períodos da economia mais propensos ao segmento, porém é um fato que o setor passa por um bom momento, com alta demanda de imóveis de baixa e média renda, e com o custo de financiamento para pessoas jurídica e física pouco impactado pelo aumento da Selic (taxa básica de juros) devido à baixa sensibilidade da taxa referêncial a variações”, explica o analista.
A Ativa Corretora ainda prevê que as pressões de custos devem prevalecer, embora não devam minar de maneira contundente a rentabilidade das companhias. “Não esperamos no curto prazo nenhum tipo de volta da rentabilidade a patamares de 2009, antes de pressão de custo de terrenos e mão de obra, o que já consideramos em nossas premissas”, destaca Halfeld.
Brookfield e PDG Realty: as prediletas
Entre as favoritas, a Ativa Corretora aponta a Brookfield (BISA3) e a PDG Realty (PDGR3), por acreditar que as companhias possuem capacidade de execução superior à média do mercado “em um setor que foi marcado recentemente pelo estouro de obras”.
Halfeld estabeleceu um preço-alvo de 13,20 reais e 13,71 reais até junho de 2012, respectivamente, o que representa um potencial de valorização de 89,65% e 71,16% frente à cotação de 6,96 e 8,01 reais vistas no fechamento do último pregão.
“Também recomendamos exposição à Duratex (DTEX3), por sua correlação ao setor imobiliário e sua posição líder no mercado ainda promissor de painel de madeira”, destaca a Ativa, após estabelecer um preço-alvo de 18,22 reais para os papéis da companhia, o que representa um potencial de alta de 58,98%.
Fonte Exame
domingo, 29 de maio de 2011
Bolsa atrai R$ 442,9 mi de capital externo em 3 pregões
São Paulo - Os investidores estrangeiros ingressaram com R$ 442,9 milhões líquidos nos três primeiros pregões da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) desta semana, mais do que o dobro dos R$ 200,346 milhões líquidos registrados em toda a semana passada. Na quarta-feira, dia 25, o ingresso de capital externo na Bolsa somou R$ 93,706 milhões líquidos. Naquele dia, o índice Bovespa (Ibovespa) fechou em alta de 0,08%, aos 63.388 pontos, com giro financeiro de R$ 4,589 bilhões.
Em maio, o saldo de capital externo na Bovespa está positivo em R$ 1,790 bilhão até o dia 25. A cifra é resultado de compras de R$ 38,878 bilhões e vendas de R$ 37,088 bilhões no período. No ano, as retiradas superam a entrada de capital externo na Bolsa em R$ 1,879 bilhão.
Em maio, o saldo de capital externo na Bovespa está positivo em R$ 1,790 bilhão até o dia 25. A cifra é resultado de compras de R$ 38,878 bilhões e vendas de R$ 37,088 bilhões no período. No ano, as retiradas superam a entrada de capital externo na Bolsa em R$ 1,879 bilhão.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
‘Paulada’ do BC em juros pode levar bolsa a recorde.
O Ibovespa pode atingir um recorde caso o Banco Central reconquiste a confiança dos investidores de que é capaz de controlar a inflação com um aperto monetário mais forte que o previsto, disse Walter Mendes, sócio da Cultinvest Asset Management.
“Se o mercado tiver a confiança de que essa paulada de juros vai ser suficiente para reduzir a inflação sem causar uma recessão no Brasil, o mercado pode até subir”, Mendes, que administra cerca de R$ 68 milhões em ativos, disse hoje em entrevista na Bloomberg em São Paulo. “O grande mal para o mercado é a incerteza”.
O Ibovespa, que está em queda de 3,8 por cento no ano até 15 de abril, refletindo os temores de que as políticas de combate à inflação irão desacelerar o crescimento econômico, pode subir cerca de 20 por cento para 80.000 até o final do ano, disse Mendes. O índice caía 1,9 por cento à 15:04, a sexta queda em sete sessões.
“Num primeiro instante” uma alta de juros mais forte “pode assustar porque o mercado não sabe quanto isso vai afetar de crescimento”, disse Mendes, 55 anos, que foi diretor de renda variável da administradora de recursos do Itaú Unibanco Holding SA. “Mas talvez seja o que o mercado esteja esperando para poder fazer suas apostas.”
O Comitê de Política Monetária começa amanhã uma reunião de dois dias para decidir sobre a taxa básica de juros. A Selic pode ser elevada em 50 pontos-base, ou 0,5 ponto percentual, para 12,25 por cento, de acordo com pesquisa da Bloomberg com 37 economistas.
‘No meio’
O presidente do BC, Alexandre Tombini, disse no dia 15 de abril que o País está “no meio” de um ciclo de aperto monetário. A autoridade elevou a Selic em 50 pontos-base duas vezes este ano na tentativa de frear a inflação, que nos 12 meses até março chegou a 6,3 por cento, o nível mais alto desde novembro de 2008. O Banco Central persegue meta de inflação de 4,5 por cento, mais ou menos dois pontos percentuais.
No cenário atual, em que investidores têm dúvidas sobre a eficácia das medidas adotadas pelo governo para combater a inflação, as melhores oportunidades na bolsa estão nos setores considerados “defensivos”, como as companhias elétricas, de telecomunicações, concessões de rodovias, alimentos e bebidas, segundo Mendes. Essas companhias podem ajustar seus preços pela inflação, são menos impactadas por juros altos, têm fluxo de caixa estável ou pagam bons dividendos, disse ele.
Se a inflação “começar a ser domada”, com perspectiva de queda dos juros no futuro, os investidores devem “antecipar” este movimento e investir em setores afetados pelo risco de juros mais altos, como construção civil e bancos, disse o executivo.
Fonte Exame
“Se o mercado tiver a confiança de que essa paulada de juros vai ser suficiente para reduzir a inflação sem causar uma recessão no Brasil, o mercado pode até subir”, Mendes, que administra cerca de R$ 68 milhões em ativos, disse hoje em entrevista na Bloomberg em São Paulo. “O grande mal para o mercado é a incerteza”.
O Ibovespa, que está em queda de 3,8 por cento no ano até 15 de abril, refletindo os temores de que as políticas de combate à inflação irão desacelerar o crescimento econômico, pode subir cerca de 20 por cento para 80.000 até o final do ano, disse Mendes. O índice caía 1,9 por cento à 15:04, a sexta queda em sete sessões.
“Num primeiro instante” uma alta de juros mais forte “pode assustar porque o mercado não sabe quanto isso vai afetar de crescimento”, disse Mendes, 55 anos, que foi diretor de renda variável da administradora de recursos do Itaú Unibanco Holding SA. “Mas talvez seja o que o mercado esteja esperando para poder fazer suas apostas.”
O Comitê de Política Monetária começa amanhã uma reunião de dois dias para decidir sobre a taxa básica de juros. A Selic pode ser elevada em 50 pontos-base, ou 0,5 ponto percentual, para 12,25 por cento, de acordo com pesquisa da Bloomberg com 37 economistas.
‘No meio’
O presidente do BC, Alexandre Tombini, disse no dia 15 de abril que o País está “no meio” de um ciclo de aperto monetário. A autoridade elevou a Selic em 50 pontos-base duas vezes este ano na tentativa de frear a inflação, que nos 12 meses até março chegou a 6,3 por cento, o nível mais alto desde novembro de 2008. O Banco Central persegue meta de inflação de 4,5 por cento, mais ou menos dois pontos percentuais.
No cenário atual, em que investidores têm dúvidas sobre a eficácia das medidas adotadas pelo governo para combater a inflação, as melhores oportunidades na bolsa estão nos setores considerados “defensivos”, como as companhias elétricas, de telecomunicações, concessões de rodovias, alimentos e bebidas, segundo Mendes. Essas companhias podem ajustar seus preços pela inflação, são menos impactadas por juros altos, têm fluxo de caixa estável ou pagam bons dividendos, disse ele.
Se a inflação “começar a ser domada”, com perspectiva de queda dos juros no futuro, os investidores devem “antecipar” este movimento e investir em setores afetados pelo risco de juros mais altos, como construção civil e bancos, disse o executivo.
Fonte Exame
domingo, 3 de abril de 2011
As 10 ações mais arriscadas do Ibovespa
O mês de março foi bom para quem investe em bolsa apesar das diversas notícias ruins que vieram de várias partes do mundo. O Japão ainda agoniza com os efeitos de um terremoto e de um tsunami que mataram milhares de pessoas e ainda não eliminou o risco de uma catástrofe nuclear. A Líbia e seus campos de exploração de petróleo passaram a ser bombardeados por uma coligação internacional depois de semanas de instabilidade política e motins populares.
As consequências de fatos como esses não passaram despercebidas pelas bolsas em todo o mundo. No entanto, o resultado final acabou sendo positivo. O Ibovespa subiu 1,8% em março e liderou o ranking de rentabilidade entre todas as aplicações no mês. Os investidores permaneceram mais focados nos bons resultados obtidos pela economia americana, que parece cada vez mais nos trilhos.
Mas só ganhou dinheiro no mês passado quem teve sangue frio para manter o dinheiro aplicado mesmo diante de tantos eventos inesperados. Tanto o Japão quanto a Líbia aumentaram radicalmente a volatilidade na Bovespa. O gráfico dos resultados diários da bolsa se assemelhou a uma montanha-russa devido às incertezas sobre as possíveis conseqüências devastadoras de um acidente nuclear grave e de mais uma guerra no norte da África.
A volatilidade média de muitos ativos financeiros que compõem o Ibovespa foi ainda maior. A consultoria financeira Cyrnel International analisou a oscilação das cotações de todos os papéis que fazem parte do principal índice da bolsa paulista. Confira abaixo a lista das 10 ações mais arriscadas do Ibovespa no mês de março:
Ação Grau de Risco
PDG Realt ON 2,36
ALL Amer Lat ON 2,25
Gafisa ON 2,11
Rossi Resid ON 2,07
Gerdau Met PN 2,07
Brookfield ON 2,06
MRV ON 2,05
LLX Log ON 2,03
MMX Miner ON 2,02
Hypermarcas ON 1,90
As consequências de fatos como esses não passaram despercebidas pelas bolsas em todo o mundo. No entanto, o resultado final acabou sendo positivo. O Ibovespa subiu 1,8% em março e liderou o ranking de rentabilidade entre todas as aplicações no mês. Os investidores permaneceram mais focados nos bons resultados obtidos pela economia americana, que parece cada vez mais nos trilhos.
Mas só ganhou dinheiro no mês passado quem teve sangue frio para manter o dinheiro aplicado mesmo diante de tantos eventos inesperados. Tanto o Japão quanto a Líbia aumentaram radicalmente a volatilidade na Bovespa. O gráfico dos resultados diários da bolsa se assemelhou a uma montanha-russa devido às incertezas sobre as possíveis conseqüências devastadoras de um acidente nuclear grave e de mais uma guerra no norte da África.
A volatilidade média de muitos ativos financeiros que compõem o Ibovespa foi ainda maior. A consultoria financeira Cyrnel International analisou a oscilação das cotações de todos os papéis que fazem parte do principal índice da bolsa paulista. Confira abaixo a lista das 10 ações mais arriscadas do Ibovespa no mês de março:
Ação Grau de Risco
PDG Realt ON 2,36
ALL Amer Lat ON 2,25
Gafisa ON 2,11
Rossi Resid ON 2,07
Gerdau Met PN 2,07
Brookfield ON 2,06
MRV ON 2,05
LLX Log ON 2,03
MMX Miner ON 2,02
Hypermarcas ON 1,90
segunda-feira, 28 de março de 2011
Petróleo cai diante de possibilidade de aumento da oferta líbia
Os preços do petróleo caíram nesta segunda-feira em Londres e Nova York, diante da possibilidade de um aumento da oferta na Líbia, apesar de temores sobre a reativação japonesa, como consequência da persistência da crise nuclear.
No New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril de West Texas Intermediate (designação de "light sweet crude" negociado nos EUA) para entrega em maio terminou em 103,98 dólares, em queda de 1,42 dólar em relação a sexta-feira.
No IntercontinentalExchange de Londres, o barril de Brent do Mar do Norte com igual vencimento caiu 79 centavos, a 114,80 dólares.
"De toda forma, o mercado está em modo de correção há alguns dias", afirmou Tom Bentz, do BNP Paribas, mas dois elementos contribuíram para fazer baixar os preços.
Por um lado, os problemas que continuam sem se resolver na central nuclear de Fukushima pesam sobre os preços do petróleo, já que os operadores temem "uma queda adicional da demanda" caso a reconstrução do país demore, explicou Phil Flynn, da PFG Best Research.
Vestígios de plutônio foram detectados no solo da usina danificada, onde água altamente radioativa vazou da estrutura onde os reatores estão instalados, levantando um alerta para a possibilidade de contaminação na região.
Mas também pesou sobre os preços a possibilidade de serem reativadas as exportações de petróleo líbio.
O avanço das forças rebeldes na Líbia, que recuperaram o controle de dois importantes portos petroleiros, Brega e Ras Lanuf, "alimenta a esperança de que os envios de petróleo a partir da Líbia normalizem-se em breve", segundo analistas do Commerzbank.
Em coletiva de imprensa, um porta-voz da insurreição líbia explicou que os campos petrolíferos localizados nas regiões controladas pelos rebeldes produzem de 100.000 a 130.000 barris diários e que a oposição planeja exportar petróleo "em menos de uma semana".
Ali Tarhoni, representante dos rebeldes a cargo das questões econômicas, financeiras e petroleiras, completou que o órgão político que representa os insurgentes assinou recentemente um acordo com o Qatar - primeiro país árabe a participar da coordenação militar internacional na Líbia -, delegando ao emirado a comercialização do petróleo.
Fonte Exame
No New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril de West Texas Intermediate (designação de "light sweet crude" negociado nos EUA) para entrega em maio terminou em 103,98 dólares, em queda de 1,42 dólar em relação a sexta-feira.
No IntercontinentalExchange de Londres, o barril de Brent do Mar do Norte com igual vencimento caiu 79 centavos, a 114,80 dólares.
"De toda forma, o mercado está em modo de correção há alguns dias", afirmou Tom Bentz, do BNP Paribas, mas dois elementos contribuíram para fazer baixar os preços.
Por um lado, os problemas que continuam sem se resolver na central nuclear de Fukushima pesam sobre os preços do petróleo, já que os operadores temem "uma queda adicional da demanda" caso a reconstrução do país demore, explicou Phil Flynn, da PFG Best Research.
Vestígios de plutônio foram detectados no solo da usina danificada, onde água altamente radioativa vazou da estrutura onde os reatores estão instalados, levantando um alerta para a possibilidade de contaminação na região.
Mas também pesou sobre os preços a possibilidade de serem reativadas as exportações de petróleo líbio.
O avanço das forças rebeldes na Líbia, que recuperaram o controle de dois importantes portos petroleiros, Brega e Ras Lanuf, "alimenta a esperança de que os envios de petróleo a partir da Líbia normalizem-se em breve", segundo analistas do Commerzbank.
Em coletiva de imprensa, um porta-voz da insurreição líbia explicou que os campos petrolíferos localizados nas regiões controladas pelos rebeldes produzem de 100.000 a 130.000 barris diários e que a oposição planeja exportar petróleo "em menos de uma semana".
Ali Tarhoni, representante dos rebeldes a cargo das questões econômicas, financeiras e petroleiras, completou que o órgão político que representa os insurgentes assinou recentemente um acordo com o Qatar - primeiro país árabe a participar da coordenação militar internacional na Líbia -, delegando ao emirado a comercialização do petróleo.
Fonte Exame
terça-feira, 22 de março de 2011
Brasil conterá a inflação e bolsa sobe para 87.500, diz Citi
Nova York - O Brasil conterá a inflação sem aumentar “significativamente” as taxas de juros e o Ibovespa deve subir para 87.500 até o fim do ano, disse Matthew Hickman, diretor de pesquisa em renda variável para América Latina do Citigroup Inc.
“É uma meta grande, mas nós estamos bastante agressivos nessa chamada”, disse Hickman em entrevista hoje. “Se o governo tomar as medidas para desacelerar as formas de os bancos intermediarem fluxos de capital e transformá-los em crédito, isso seria uma coisa boa”.
O Citigroup prevê que a taxa de juros básica vá aumentar 100 pontos-base em junho. O Comitê de Política Monetária subiu duas vezes a Selic este ano para 11,75 por cento, para desacelerar a inflação, que no mês passado chegou à taxa mais alta desde novembro de 2008. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse hoje que a autoridade monetária está pronta para adotar novas medidas para conter a expansão do crédito e esfriar a demanda doméstica aquecida.
Economistas aumentaram sua previsão para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo de 5,82 por cento para 5,88 por cento, na semana anterior, de acordo com o boletim Focus do Banco Central divulgado ontem, feito com cerca de 100 analistas do mercado. Economistas preveem que a inflação baixe para 4,80 por cento em 2012, segundo o Focus.
O Citigroup recomenda aos investidores que comprem ações de empresas brasileiras e Hickman disse que o banco classifica o País como “big overweight”.
O Ibovespa subiu 1 por cento no último ano, a pior performance anual histórica relativa ao índice MSCI de mercados emergentes. O principal índice da bolsa de São Paulo acumula baixa de 2,5 por cento este ano.
Fonte Exame
“É uma meta grande, mas nós estamos bastante agressivos nessa chamada”, disse Hickman em entrevista hoje. “Se o governo tomar as medidas para desacelerar as formas de os bancos intermediarem fluxos de capital e transformá-los em crédito, isso seria uma coisa boa”.
O Citigroup prevê que a taxa de juros básica vá aumentar 100 pontos-base em junho. O Comitê de Política Monetária subiu duas vezes a Selic este ano para 11,75 por cento, para desacelerar a inflação, que no mês passado chegou à taxa mais alta desde novembro de 2008. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse hoje que a autoridade monetária está pronta para adotar novas medidas para conter a expansão do crédito e esfriar a demanda doméstica aquecida.
Economistas aumentaram sua previsão para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo de 5,82 por cento para 5,88 por cento, na semana anterior, de acordo com o boletim Focus do Banco Central divulgado ontem, feito com cerca de 100 analistas do mercado. Economistas preveem que a inflação baixe para 4,80 por cento em 2012, segundo o Focus.
O Citigroup recomenda aos investidores que comprem ações de empresas brasileiras e Hickman disse que o banco classifica o País como “big overweight”.
O Ibovespa subiu 1 por cento no último ano, a pior performance anual histórica relativa ao índice MSCI de mercados emergentes. O principal índice da bolsa de São Paulo acumula baixa de 2,5 por cento este ano.
Fonte Exame
segunda-feira, 21 de março de 2011
Ibovespa: Indefinição Geral
Nada mudou na semana passada, e o índice Bovespa continua indefinido curto prazo, entre o suporte
em 65.450 pontos e a forte resistência em 68.250 pontos.
Em caso de realização, o Ibovespa encontrará suporte em 65.450 pontos e, caso perca este patamar,
deverá entrar em tendência de baixa no curto prazo, com mira na região do fundo em 64.000 / 63.800
pontos.
Do lado da alta, passando da resistência em 67.500 pontos o Ibovespa deverá encontrar espaço para
testar o importante patamar em 68.250 pontos, que é decisivo para o mercado entrar em uma nova
onda de alta no curto prazo.
em 65.450 pontos e a forte resistência em 68.250 pontos.
Em caso de realização, o Ibovespa encontrará suporte em 65.450 pontos e, caso perca este patamar,
deverá entrar em tendência de baixa no curto prazo, com mira na região do fundo em 64.000 / 63.800
pontos.
Do lado da alta, passando da resistência em 67.500 pontos o Ibovespa deverá encontrar espaço para
testar o importante patamar em 68.250 pontos, que é decisivo para o mercado entrar em uma nova
onda de alta no curto prazo.
quinta-feira, 17 de março de 2011
PETR4 Análise técnica
PETR4 obdecendo o suporte no curto prazo, porém, estamos tendo uma divergência de indicadores, o MACD está mostrando que o mercado está vendendo papéis, porém, o ativo está subindo.

Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
terça-feira, 15 de março de 2011
Ibovespa: Entre 65.500 e 68.250 pts
Ibovespa: Entre 65.500 e 68.250 pts
O índice Bovespa continua em indefinição, entre o suporte em 65.500 pontos e a forte resistência em
68.250 pontos.
Do lado da alta, passando da resistência em 67.700 pontos o Ibovespa deverá testar o importante
patamar em 68.250 pontos, que é decisivo para o mercado entrar em uma nova onda de alta no curto
prazo.
Do outro lado, caso o Ibovespa perca o suporte em 65.500 pontos deverá entrar em tendência de baixa
no curto prazo, com mira na região do fundo 64.000 / 63.800 pontos.
O índice Bovespa continua em indefinição, entre o suporte em 65.500 pontos e a forte resistência em
68.250 pontos.
Do lado da alta, passando da resistência em 67.700 pontos o Ibovespa deverá testar o importante
patamar em 68.250 pontos, que é decisivo para o mercado entrar em uma nova onda de alta no curto
prazo.
Do outro lado, caso o Ibovespa perca o suporte em 65.500 pontos deverá entrar em tendência de baixa
no curto prazo, com mira na região do fundo 64.000 / 63.800 pontos.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Trade na VALE5 no curto prazo.
VALE5 apresentando oportunidade de compra no C.P, entrada na faixa de 50,00 a 51,00, com preço alvo a 53,80. Atenção ao Stop Loss 49,05.

Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Acompanhe as recomendações dos analistas e corretoras sobre os papéis que são destaques no dia.
São Paulo - Aqui está o que se fala no mercado nesta quinta-feira (10)
– ADRs da Petrobras estão baratas, indica Barclays Capital. Em relatório enviado aos clientes, os analistas Paul Y. Cheng, Christina Cheng e Danielle Diamond afirmam que as ADRs (American Depositary Receipts) da estatal caíram muito no ano passado e que agora estão atrativos para compra. O banco britânico elevou sua recomendação para as ADRs preferenciais da Petrobras (PBR.A) de equal weight (alocação igual a média do mercado) para overweight (alocação acima da média do mercado). O preço-alvo foi ampliado de 36 dólares para 49 dólares. Já a classificação para as ADRs ordinários da Petrobras (PBR) foi mantida em equal weight, apesar de o preço-alvo ter sido ampliado de 37 dólares para 40 dólares.
Leia mais sobre a Petrobras | Acompanhe as cotações da Petrobras (PETR3, PETR4)
– Resultado da Cielo (CIEL3) veio conforme esperado. Para a analista Luciana Leocadio, da Ativa Corretora, os números vieram “conforme esperado”. Segundo ela, entretanto, os gastos operacionais se elevaram muito, “destacando a alta dos custos relacionados às novas operações (M4U e Orizon), bem como aumento de despesas com marketing”. A recomendação e preço-alvo foram colocados em revisão. Os papéis da companhia chegaram a subir mais de 5% na sessão de hoje.
Leia mais sobre a Cielo | Acompanhe as cotações da Cielo
– BB Investimentos recomenda compra da Indústrias Romi (ROMI3) após balanço. O resultado da Romi veio em linha com as expectativas, mas a queda de margens ficou acima do esperado, segundo o analista Victor Penna do BB Investimentos. Apesar disso, o preço-alvo para as ações ordinárias (ROMI3) foi mantido em R$ 17,00, com a manutenção da recomendação de compra. O preço potencial para dezembro de 2011 conta com potencial de valorização de 64,3%.
Leia mais sobre Small Caps | Acompanhe as cotações da Indústrias Romi
– Cifras da Cosan (CSAN3) não agradam, mas perspectivas são positivas. O resultado ruim poderá ter um impacto negativo no curto prazo, mas as perspectivas para a companhia são boas, prevê Leonardo Alves, analista da Link Investimentos. Ele estima por um melhor volume de vendas, altos preços e crescimento futuro. A recomendação foi mantida em outperform (performance acima da média do mercado) e o preço-alvo para CSAN3 ficou em 33 reais. Já para CZLT11 está em 28 reais.
Leia mais sobre a Cosan | Acompanhe as cotações da Cosan
– Preços dos bancos médios são atraentes, sugere Itaú BBA. A recomendação é dos analistas Regina Sanchez, Thiago Batista e Alexandre Spada do Itaú BBA, que iniciou nesta quinta-feira (10) a cobertura das ações do setor. A classificação para o ABC Brasil (ABCB4) e para o BICBANCO (BICB4) é outperform. O preço-alvo atribuído para o final de 2011 é de 18 reais e 16 reais, respectivamente, com potenciais de valorização de 43% e 42%. Já para o Daycoval (DAYC4) a nota é market-perform (performance igual a média do mercado). O preço-alvo é de 14 reais, com potencial de valorização de 19%.
Leia mais sobre Bancos | Acompanhe as cotações do ABC Brasil, BICBANCO e Daycoval
– Ações da OGX (OGXP3) sobem após teleconferência de Eike Batista. Os papéis da OGX Petróleo e Gás Participações avançavam 5%, para R$ 17,89, às 15h15. A companhia concluiu a perfuração do primeiro poço na acumulação Waimea, na Bacia de Campos. A petrolífera vai iniciar sua produção a partir de agosto e há expectativa para que Eike Batista venda parte dos direitos de exploração na Bacia de Campos. A falta de prazo para a operação frustrou a equipe de analistas da Socopa Corretora, comandada por Osmar Cesar Camilo. Apesar disso, eles mantiveram o call dos ativos da OGX.
Leia mais sobre a OGX | Acompanhe as cotações da OGX
– Multiplus (MPLU3) tem preço-alvo revisado para baixo pela Raymond James. O relatório assinado pelas analistas Daniela Bretthaue e Marina Braga destaca que a companhia deverá reportar uma queda na margem Ebitda durante o quarto trimestre de 2010, de 36% para 21%. A alta do real frente ao dólar influencia negativamente a companhia. O preço-alvo para as ações ordinárias foi revisado de 41,40 reais para 36,60 reais. A recomendação foi mantida em outperform.
Leia mais sobre Ações | Acompanhe as cotações da Multiplus
– Preços do aço beneficiam as ações da Gerdau e Gerdau Metalúrgica. Os analistas Leonardo Correa e Renato Antunes do Barclays Capital elevaram nesta quinta-feira a recomendação e o preço-alvo para as ações de ambas companhias, citando como positivo o alto preço do aço e a forte demanda. A recomendação para as ações preferenciais da Gerdau (GGBR4) subiu de underweight (alocação abaixo da média do mercado) para equal weight, enquanto o preço-alvo aumentou de 25 reais para 28 reais. Já para os papéis preferenciais da Gerdau Metalúrgica (GOAU4), a recomendação foi elevada de equal weight para overweight, enquanto o preço-alvo ampliou de 36 reais para 39 reais
Fonte Exame
– ADRs da Petrobras estão baratas, indica Barclays Capital. Em relatório enviado aos clientes, os analistas Paul Y. Cheng, Christina Cheng e Danielle Diamond afirmam que as ADRs (American Depositary Receipts) da estatal caíram muito no ano passado e que agora estão atrativos para compra. O banco britânico elevou sua recomendação para as ADRs preferenciais da Petrobras (PBR.A) de equal weight (alocação igual a média do mercado) para overweight (alocação acima da média do mercado). O preço-alvo foi ampliado de 36 dólares para 49 dólares. Já a classificação para as ADRs ordinários da Petrobras (PBR) foi mantida em equal weight, apesar de o preço-alvo ter sido ampliado de 37 dólares para 40 dólares.
Leia mais sobre a Petrobras | Acompanhe as cotações da Petrobras (PETR3, PETR4)
– Resultado da Cielo (CIEL3) veio conforme esperado. Para a analista Luciana Leocadio, da Ativa Corretora, os números vieram “conforme esperado”. Segundo ela, entretanto, os gastos operacionais se elevaram muito, “destacando a alta dos custos relacionados às novas operações (M4U e Orizon), bem como aumento de despesas com marketing”. A recomendação e preço-alvo foram colocados em revisão. Os papéis da companhia chegaram a subir mais de 5% na sessão de hoje.
Leia mais sobre a Cielo | Acompanhe as cotações da Cielo
– BB Investimentos recomenda compra da Indústrias Romi (ROMI3) após balanço. O resultado da Romi veio em linha com as expectativas, mas a queda de margens ficou acima do esperado, segundo o analista Victor Penna do BB Investimentos. Apesar disso, o preço-alvo para as ações ordinárias (ROMI3) foi mantido em R$ 17,00, com a manutenção da recomendação de compra. O preço potencial para dezembro de 2011 conta com potencial de valorização de 64,3%.
Leia mais sobre Small Caps | Acompanhe as cotações da Indústrias Romi
– Cifras da Cosan (CSAN3) não agradam, mas perspectivas são positivas. O resultado ruim poderá ter um impacto negativo no curto prazo, mas as perspectivas para a companhia são boas, prevê Leonardo Alves, analista da Link Investimentos. Ele estima por um melhor volume de vendas, altos preços e crescimento futuro. A recomendação foi mantida em outperform (performance acima da média do mercado) e o preço-alvo para CSAN3 ficou em 33 reais. Já para CZLT11 está em 28 reais.
Leia mais sobre a Cosan | Acompanhe as cotações da Cosan
– Preços dos bancos médios são atraentes, sugere Itaú BBA. A recomendação é dos analistas Regina Sanchez, Thiago Batista e Alexandre Spada do Itaú BBA, que iniciou nesta quinta-feira (10) a cobertura das ações do setor. A classificação para o ABC Brasil (ABCB4) e para o BICBANCO (BICB4) é outperform. O preço-alvo atribuído para o final de 2011 é de 18 reais e 16 reais, respectivamente, com potenciais de valorização de 43% e 42%. Já para o Daycoval (DAYC4) a nota é market-perform (performance igual a média do mercado). O preço-alvo é de 14 reais, com potencial de valorização de 19%.
Leia mais sobre Bancos | Acompanhe as cotações do ABC Brasil, BICBANCO e Daycoval
– Ações da OGX (OGXP3) sobem após teleconferência de Eike Batista. Os papéis da OGX Petróleo e Gás Participações avançavam 5%, para R$ 17,89, às 15h15. A companhia concluiu a perfuração do primeiro poço na acumulação Waimea, na Bacia de Campos. A petrolífera vai iniciar sua produção a partir de agosto e há expectativa para que Eike Batista venda parte dos direitos de exploração na Bacia de Campos. A falta de prazo para a operação frustrou a equipe de analistas da Socopa Corretora, comandada por Osmar Cesar Camilo. Apesar disso, eles mantiveram o call dos ativos da OGX.
Leia mais sobre a OGX | Acompanhe as cotações da OGX
– Multiplus (MPLU3) tem preço-alvo revisado para baixo pela Raymond James. O relatório assinado pelas analistas Daniela Bretthaue e Marina Braga destaca que a companhia deverá reportar uma queda na margem Ebitda durante o quarto trimestre de 2010, de 36% para 21%. A alta do real frente ao dólar influencia negativamente a companhia. O preço-alvo para as ações ordinárias foi revisado de 41,40 reais para 36,60 reais. A recomendação foi mantida em outperform.
Leia mais sobre Ações | Acompanhe as cotações da Multiplus
– Preços do aço beneficiam as ações da Gerdau e Gerdau Metalúrgica. Os analistas Leonardo Correa e Renato Antunes do Barclays Capital elevaram nesta quinta-feira a recomendação e o preço-alvo para as ações de ambas companhias, citando como positivo o alto preço do aço e a forte demanda. A recomendação para as ações preferenciais da Gerdau (GGBR4) subiu de underweight (alocação abaixo da média do mercado) para equal weight, enquanto o preço-alvo aumentou de 25 reais para 28 reais. Já para os papéis preferenciais da Gerdau Metalúrgica (GOAU4), a recomendação foi elevada de equal weight para overweight, enquanto o preço-alvo ampliou de 36 reais para 39 reais
Fonte Exame
domingo, 6 de fevereiro de 2011
22 corretoras indicam as melhores ações para fevereiro
Sugerida 20 vezes, Vale é a campeã de recomendações; Petrobras e Cosan aparecem em seguida
Diante do aumento da inflação, o mercado espera que o aperto monetário conduzido pelo governo seja mais severo daqui pra frente. Em janeiro a Bolsa sentiu o reflexo prático deste cenário, incorporando o pessimismo com a economia e amargando um tombo de 3,9%. Para fevereiro, grande parte das carteiras elaboradas pelas corretoras deu ênfase às commodities e às ações que devem se beneficiar com o aumento dos juros. Entre os papéis mais sugeridos, estão as tradicionais blue chips da Vale e da Petrobras, com 20 e 17 indicações respectivamente. O terceiro lugar ficou com a Cosan, com nove recomendações. Cemig, Itaú Unibanco, Gerdau, OGX e Vivo aparecem em seguida, presentes em oito carteiras.
Segundo a equipe da Ativa, a aversão ao risco voltou à cena. Para a corretora, o mau resultado do Ibovespa pode ser atribuído à realização dos lucros colhidos em 2010 com as ações ligadas a setores sensíveis ao crédito. Ainda assim, a corretora mantém a aposta no setor de construção civil, baseada na expectativa do aumento do teto para o preço de imóveis do programa federal "Minha Casa, Minha Vida".
Diante do aumento da inflação, o mercado espera que o aperto monetário conduzido pelo governo seja mais severo daqui pra frente. Em janeiro a Bolsa sentiu o reflexo prático deste cenário, incorporando o pessimismo com a economia e amargando um tombo de 3,9%. Para fevereiro, grande parte das carteiras elaboradas pelas corretoras deu ênfase às commodities e às ações que devem se beneficiar com o aumento dos juros. Entre os papéis mais sugeridos, estão as tradicionais blue chips da Vale e da Petrobras, com 20 e 17 indicações respectivamente. O terceiro lugar ficou com a Cosan, com nove recomendações. Cemig, Itaú Unibanco, Gerdau, OGX e Vivo aparecem em seguida, presentes em oito carteiras.
Segundo a equipe da Ativa, a aversão ao risco voltou à cena. Para a corretora, o mau resultado do Ibovespa pode ser atribuído à realização dos lucros colhidos em 2010 com as ações ligadas a setores sensíveis ao crédito. Ainda assim, a corretora mantém a aposta no setor de construção civil, baseada na expectativa do aumento do teto para o preço de imóveis do programa federal "Minha Casa, Minha Vida".
domingo, 30 de janeiro de 2011
Bolsas desabam no Oriente Médio com protestos no Egito
Dubai - As bolsas de valores na região do Golfo desabaram neste domingo, com os investidores preocupados com os protestos no Egito e com a possibilidade de que a instabilidade possa se espalhar pela região.
Manifestantes continuavam nas ruas no centro do Cairo neste domingo, exigindo que o presidente Hosni Mubarak deixe o poder. As forças de segurança tinham dificuldades para conter saques.
A bolsa do Egito estava fechada neste domingo, após ter caído 16 por cento em dois dias na semana passada. A libra egípcia recuou ao menor nível em seis anos.
A bolsa egípcia continuará fechada na segunda-feira, assim como os bancos.
Dubai liderou a queda das bolsas na região neste domingo, com baixa de 4,3 por cento, ao menor nível em 21 semanas.
"Os prêmios de risco na região estão aumentando para levar em conta o risco político cada vez maior", disse Majed Azzam, analista imobiliário da AlembicHC, em Dubai.
"A incerteza está fazendo os investidores estrangeiros questionarem sua presença em nossos mercados. Existe um movimento de venda indiscriminada, não importando se as empresas estão expostas ao Egito ou não."
No Qatar, o principal índice de ações caiu 3 por cento. Omã caiu 3 por cento, Kuweit 1,8 por cento e Abu Dhabi 3,7 por cento.
Países de tradição islâmica normalmente guardam a sexta-feira para o descanso semanal, e não o domingo.
Manifestantes continuavam nas ruas no centro do Cairo neste domingo, exigindo que o presidente Hosni Mubarak deixe o poder. As forças de segurança tinham dificuldades para conter saques.
A bolsa do Egito estava fechada neste domingo, após ter caído 16 por cento em dois dias na semana passada. A libra egípcia recuou ao menor nível em seis anos.
A bolsa egípcia continuará fechada na segunda-feira, assim como os bancos.
Dubai liderou a queda das bolsas na região neste domingo, com baixa de 4,3 por cento, ao menor nível em 21 semanas.
"Os prêmios de risco na região estão aumentando para levar em conta o risco político cada vez maior", disse Majed Azzam, analista imobiliário da AlembicHC, em Dubai.
"A incerteza está fazendo os investidores estrangeiros questionarem sua presença em nossos mercados. Existe um movimento de venda indiscriminada, não importando se as empresas estão expostas ao Egito ou não."
No Qatar, o principal índice de ações caiu 3 por cento. Omã caiu 3 por cento, Kuweit 1,8 por cento e Abu Dhabi 3,7 por cento.
Países de tradição islâmica normalmente guardam a sexta-feira para o descanso semanal, e não o domingo.
domingo, 23 de janeiro de 2011
PETR4 testando suporte no gráfico diário.
PETR4 Gráfico diário testando suporte, atenção ao melhor momento de compra, quando a linha do MACD voltar para cima, por volta 26,10.

Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
IBOV - Gráfico diário testando fundo em 67.000
No pregão de sexta feira, o gráfico semanal está indicando tendência de alta, porém, a MME está mostrando uma linha horizontal, chamando a atenção dos trades para novos indicadores. Acredito que no máximo teremos uma queda de nos 67.000, oferencendo ótima oportunidade para compras.

Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
IBOV suporte em 67.000
IBOV realizando correção no C.P, suporte e queda máxima de 67.000, o gráfico semanal ainda apresenta tendência de alta, portanto quem está comprado coloque o STOP, e quem deseja comprar papeis aguarde o final da correção.

Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Os fundos de ações mais rentáveis de 2010
Pesquisa com base em números da Anbima mostra que apenas um dos dez fundos de ações com maior rentabilidade é gerido por um grande banco
Nove dos dez fundos de ações mais rentáveis do Brasil em 2010 são administrados por gestoras de recursos independentes, segundo um levantamento feito por EXAME.com a partir de uma consulta aos dados publicados no site Como Investir, da Anbima (a associação dos bancos de investimento e gestoras de recursos). A exceção da lista é o fundo Unibanco Micro Cap FIC FIA, administrado pelo Itaú Unibanco, que ficou em quinto lugar em rentabilidade. Segundo o ranking publicado logo abaixo, o primeiro colocado foi um fundo da gestora de recursos Skopos, que obteve uma rentabilidade de 47,03%, contra apenas 1,04% do Ibovespa.
1 SKOPOS BRK FIC FIA Ações Livre 47,03%
2 QUEST SMALL CAPS FIC FI DE AÇÕES 46,75%
3 PRISMA FUNDO DE INVESTIMENTO 42,29%
4 CLARITAS VALOR FI EM AÇÕES Ações 35,71%
5 UNIBANCO MICRO CAP FIC FIA Ações Small 35,41%
6 NEST ACOES FIC FI DE AÇÕES Ações Ibove 34,79%
7 STUDIO MASTER FI EM AÇÕES Ações Livre 33,07%
8 PERFIN INFINITY EQUITY BRAZIL FI ACOES 31,82%
9 VICTOIRE YIELD ACOES FI Ações Dividen 31,73%
10 SQUADRA LONG-ONLY FI COTAS DE FI AÇÕE 30,67%
As gestoras independentes de recursos são, em geral, pequenas empresas que empregam poucos funcionários. A maioria delas é comandada por executivos egressos de grandes bancos que conhecem muito sobre o mercado acionário e deixaram seus empregos para montar uma gestora própria. É comum que essas assets independentes apareçam melhor posicionadas em listas de fundos de ações mais rentáveis porque seus gestores geralmente possuem maior liberdade para comprar e vender papéis.
Já nos grandes bancos, a maioria dos fundos procura não se distanciar muito de índices como o Ibovespa ou o IBrX na hora de alocar o portfólio. Logo, em anos em que o Ibovespa vai mal com em 2010, a vida do gestor acaba sendo mais difícil. Essas amarras impostas fundos de grandes bancos não são impensadas. Se pudessem apostar em quaisquer ações, os resultados do fundo acabariam se distanciando muito do Ibovespa - para o bem e para o mal. O problema seria o risco de perder um cliente que também compra seguros, investe em CDB e renda fixa, toma empréstimos e recebe salário no banco em um ano em que o fundo de ações tenha uma performance muito abaixo do Ibovespa - algo inerente à atividade de gestão em renda variável.
Fonte Exame
Nove dos dez fundos de ações mais rentáveis do Brasil em 2010 são administrados por gestoras de recursos independentes, segundo um levantamento feito por EXAME.com a partir de uma consulta aos dados publicados no site Como Investir, da Anbima (a associação dos bancos de investimento e gestoras de recursos). A exceção da lista é o fundo Unibanco Micro Cap FIC FIA, administrado pelo Itaú Unibanco, que ficou em quinto lugar em rentabilidade. Segundo o ranking publicado logo abaixo, o primeiro colocado foi um fundo da gestora de recursos Skopos, que obteve uma rentabilidade de 47,03%, contra apenas 1,04% do Ibovespa.
1 SKOPOS BRK FIC FIA Ações Livre 47,03%
2 QUEST SMALL CAPS FIC FI DE AÇÕES 46,75%
3 PRISMA FUNDO DE INVESTIMENTO 42,29%
4 CLARITAS VALOR FI EM AÇÕES Ações 35,71%
5 UNIBANCO MICRO CAP FIC FIA Ações Small 35,41%
6 NEST ACOES FIC FI DE AÇÕES Ações Ibove 34,79%
7 STUDIO MASTER FI EM AÇÕES Ações Livre 33,07%
8 PERFIN INFINITY EQUITY BRAZIL FI ACOES 31,82%
9 VICTOIRE YIELD ACOES FI Ações Dividen 31,73%
10 SQUADRA LONG-ONLY FI COTAS DE FI AÇÕE 30,67%
As gestoras independentes de recursos são, em geral, pequenas empresas que empregam poucos funcionários. A maioria delas é comandada por executivos egressos de grandes bancos que conhecem muito sobre o mercado acionário e deixaram seus empregos para montar uma gestora própria. É comum que essas assets independentes apareçam melhor posicionadas em listas de fundos de ações mais rentáveis porque seus gestores geralmente possuem maior liberdade para comprar e vender papéis.
Já nos grandes bancos, a maioria dos fundos procura não se distanciar muito de índices como o Ibovespa ou o IBrX na hora de alocar o portfólio. Logo, em anos em que o Ibovespa vai mal com em 2010, a vida do gestor acaba sendo mais difícil. Essas amarras impostas fundos de grandes bancos não são impensadas. Se pudessem apostar em quaisquer ações, os resultados do fundo acabariam se distanciando muito do Ibovespa - para o bem e para o mal. O problema seria o risco de perder um cliente que também compra seguros, investe em CDB e renda fixa, toma empréstimos e recebe salário no banco em um ano em que o fundo de ações tenha uma performance muito abaixo do Ibovespa - algo inerente à atividade de gestão em renda variável.
Fonte Exame
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
PETR4 parabéns aos comprados, atenção ao stop de perda.
PETR4 terminou a formação de W, tudo indicando uma possível correção do papel, o gráfico semanal está apresentando indicação de tendência de alta, porém, indico aos comprados colocarem o stop de perda no valor de 27,10.
Parabéns aos comprados.

Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
Parabéns aos comprados.
Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Privatização pode elevar ação da Cesp em até 70% (CESP6)
As ações da Cesp (CESP6) podem disparar até 70% caso o governo do estado de São Paulo decida realizar um leilão para a privatização da geradora, avalia Rafael Andreata, analista da corretora Planner. “A Cesp não é uma empresa rentável ao governo do estado, há um baixo retorno através de dividendos devido seu alto endividamento e seus custos elevados, por outro lado seus ativos são muito bem avaliados por players do mercado devido seu potencial e despertam grande interesse na iniciativa privada”, explica em relatório.
Os papéis da empresa já subiram aproximadamente 10% este ano com uma sucessão de notícias envolvendo rumores sobre a possibilidade de privatização. Além disso, a mudança na diretoria da companhia reforçou a expectativa. Mauro Arce, ex-secretário de Transportes do Estado de São Paulo, assumirá o comando no lugar Vilson Daniel Christofari, atual presidente da empresa. “Arce foi um grande apoiador do programa de privatização implementado pelo estado de São Paulo na década de 90; a nomeação poderá, portanto, significar que o governador Geraldo Alckmin pretende privatizar a Cesp”, afirmou Marcos Severine, analista do Itaú BBA, em relatório recente.
O processo de privatização foi interrompido em 2008 durante o governo de José Serra. À época, o principal problema que atrapalhou o andamento dos negócios foi a renovação das concessões das geradoras em lha Solteira em Jupiá, que vencem em 2015 e representam 67% da capacidade instalada. José Aníbal, secretário paulista de Energia, disse à Reuters que é preciso primeiro renovar as concessões da Cesp, antes de se pensar em uma privatização. A venda da empresa "é uma hipótese", disse. As ações da Cesp foram o destaque de alta do Ibovespa na primeira semana de 2010 com alta de 10,37%
Para Andreata, da Planner, há duas possibilidades na negociação da empresa. Na primeira, o governo do estado organizaria um leilão para a venda para grupos privados. “Neste caso acreditamos que o preço obtido poderia chegar próximo ao topo das nossas expectativas de R$45-50/ação”, analisa. A segunda opção passaria por uma venda direta para a Eletrobrás, aos mesmos moldes da venda da Nossa Caixa para o Branco do Brasil. “A falta de competitividade na venda dos ativos da empresa poderia trazer o preço de negociação para o patamar inferior de nossas expectativas R$45-50/ação”, calcula.
O teto das estimativas para uma venda no modelo de leilão poderia levar as ações para uma alta de 70%, considerando o preço de fechamento desta terça-feira, em torno de 29,30 reais. Os papéis da geradora lideraram a alta de hoje no Ibovespa após notícua publicada pelo jornal Folha de S. Paulo ter afirmado que o governo Geraldo Alckmin teria autorizado a sua equipe a negociar a venda da Cesp para o governo federal. A valorização das ações arrefeceu-se após Alckimin negar a informação. “Não chegamos a uma decisão sobre a Cesp”, disse hoje a repórteres em São Paulo. As ações da Eletrobrás encerraram o dia em leve baixa.
Fonte Exame
Os papéis da empresa já subiram aproximadamente 10% este ano com uma sucessão de notícias envolvendo rumores sobre a possibilidade de privatização. Além disso, a mudança na diretoria da companhia reforçou a expectativa. Mauro Arce, ex-secretário de Transportes do Estado de São Paulo, assumirá o comando no lugar Vilson Daniel Christofari, atual presidente da empresa. “Arce foi um grande apoiador do programa de privatização implementado pelo estado de São Paulo na década de 90; a nomeação poderá, portanto, significar que o governador Geraldo Alckmin pretende privatizar a Cesp”, afirmou Marcos Severine, analista do Itaú BBA, em relatório recente.
O processo de privatização foi interrompido em 2008 durante o governo de José Serra. À época, o principal problema que atrapalhou o andamento dos negócios foi a renovação das concessões das geradoras em lha Solteira em Jupiá, que vencem em 2015 e representam 67% da capacidade instalada. José Aníbal, secretário paulista de Energia, disse à Reuters que é preciso primeiro renovar as concessões da Cesp, antes de se pensar em uma privatização. A venda da empresa "é uma hipótese", disse. As ações da Cesp foram o destaque de alta do Ibovespa na primeira semana de 2010 com alta de 10,37%
Para Andreata, da Planner, há duas possibilidades na negociação da empresa. Na primeira, o governo do estado organizaria um leilão para a venda para grupos privados. “Neste caso acreditamos que o preço obtido poderia chegar próximo ao topo das nossas expectativas de R$45-50/ação”, analisa. A segunda opção passaria por uma venda direta para a Eletrobrás, aos mesmos moldes da venda da Nossa Caixa para o Branco do Brasil. “A falta de competitividade na venda dos ativos da empresa poderia trazer o preço de negociação para o patamar inferior de nossas expectativas R$45-50/ação”, calcula.
O teto das estimativas para uma venda no modelo de leilão poderia levar as ações para uma alta de 70%, considerando o preço de fechamento desta terça-feira, em torno de 29,30 reais. Os papéis da geradora lideraram a alta de hoje no Ibovespa após notícua publicada pelo jornal Folha de S. Paulo ter afirmado que o governo Geraldo Alckmin teria autorizado a sua equipe a negociar a venda da Cesp para o governo federal. A valorização das ações arrefeceu-se após Alckimin negar a informação. “Não chegamos a uma decisão sobre a Cesp”, disse hoje a repórteres em São Paulo. As ações da Eletrobrás encerraram o dia em leve baixa.
Fonte Exame
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
CVM reverte suspensão do registro da Agrenco (AGEN11)
Decisão pode abrir caminho para o retorno da negociação das ações da empresa
A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) anunciou hoje a decisão de reverter a suspensão do registro da Agrenco Limited, o que pode abrir caminho para o retorno da negociação das ações da empresa na BM&FBovespa (BVMF3).
Segundo o comunicado da autarquia, “deferido seu pedido de reversão da suspensão do registro de emissor estrangeiro protocolado em 06/01/2011, tendo em vista o envio, em 05/01/2011, das informações periódicas que se encontravam em atraso”.
A negociação dos Brazilian Depositary Receipts (BDRs) da Agrenco está suspensa desde fevereiro de 2009 devido ao atraso na entrega das demonstrações financeiras. A empresa publicou, no último dia 5 de janeiro, os resultados findos em 30 de junho de 2010 e 30 de setembro de 2010.
Fonte: Exame
A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) anunciou hoje a decisão de reverter a suspensão do registro da Agrenco Limited, o que pode abrir caminho para o retorno da negociação das ações da empresa na BM&FBovespa (BVMF3).
Segundo o comunicado da autarquia, “deferido seu pedido de reversão da suspensão do registro de emissor estrangeiro protocolado em 06/01/2011, tendo em vista o envio, em 05/01/2011, das informações periódicas que se encontravam em atraso”.
A negociação dos Brazilian Depositary Receipts (BDRs) da Agrenco está suspensa desde fevereiro de 2009 devido ao atraso na entrega das demonstrações financeiras. A empresa publicou, no último dia 5 de janeiro, os resultados findos em 30 de junho de 2010 e 30 de setembro de 2010.
Fonte: Exame
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
IBOV apresentando tendência de alta no CP.
Gráfico diário está indicando que o IBOV vai busca os 73.000 pontos, observar o mercado nessa quinta feira.

Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
Assinar:
Comentários (Atom)