Sugerida 20 vezes, Vale é a campeã de recomendações; Petrobras e Cosan aparecem em seguida
Diante do aumento da inflação, o mercado espera que o aperto monetário conduzido pelo governo seja mais severo daqui pra frente. Em janeiro a Bolsa sentiu o reflexo prático deste cenário, incorporando o pessimismo com a economia e amargando um tombo de 3,9%. Para fevereiro, grande parte das carteiras elaboradas pelas corretoras deu ênfase às commodities e às ações que devem se beneficiar com o aumento dos juros. Entre os papéis mais sugeridos, estão as tradicionais blue chips da Vale e da Petrobras, com 20 e 17 indicações respectivamente. O terceiro lugar ficou com a Cosan, com nove recomendações. Cemig, Itaú Unibanco, Gerdau, OGX e Vivo aparecem em seguida, presentes em oito carteiras.
Segundo a equipe da Ativa, a aversão ao risco voltou à cena. Para a corretora, o mau resultado do Ibovespa pode ser atribuído à realização dos lucros colhidos em 2010 com as ações ligadas a setores sensíveis ao crédito. Ainda assim, a corretora mantém a aposta no setor de construção civil, baseada na expectativa do aumento do teto para o preço de imóveis do programa federal "Minha Casa, Minha Vida".
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