Classificação dos fundos.
Referenciado: identifica em seu nome o indicador de desempenho, no qual acompanha é destinado a investidores conservadores.
Renda Fixa: Possui papéis pré-fixados, ou seja, rendem um percentual pré-acordado, ou o pós-fixado que acompanham a variação da taxa de juros.
Curto Prazo: Composta por papéis com prazo médio de até 60 dias, indicado para investidores conservadores, devido não sofrerem grandes oscilações no curto prazo.
Multimercado: fundo composto por vários investimentos, renda fixa, cambio, ações e etc.
Cambial: Fundo que acompanha moeda estrangeira na carteira.
Fundo de Ações: É fundo que investem no mínimo 67% de sua carteira em ações, a rentabilidade acompanha as oscilações da composição de papeis.
Divida Externa: Aplicam no mínimo 80 % do patrimônio em títulos brasileiros negociados no mercado internacional. Os 20% restantes podem ser aplicados em outros títulos de crédito no exterior.
domingo, 31 de outubro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
As ações mais arriscadas do Ibovespa
Avaliar o risco de uma ação não é das tarefas mais fáceis. Afinal, de um dia para outro, algo totalmente inesperado pode acontecer e provocar fortes perdas de valor a uma empresa específica ou um verdadeiro terremoto na bolsa como um todo. Quando um banco quebra na Europa, um país asiático pede moratória ou o desemprego dispara nos Estados Unidos, a aversão ao risco cresce e os mercados globais sofrem. Mesmo diante de prejuízos generalizados, sempre há algumas ações que se mostram mais resistentes a choques e outras que acabam sendo mais penalizadas. Via de regra, o mercado considera os papéis mais sujeitos à volatilidade como os mais arriscados da bolsa. Entre as ações do Ibovespa, a consultoria Cyrnel lista abaixo as que balançam mais ao menor sinal de tremor:
Posição Ação Grau de risco
1 MMX ON 2,72
2 LLX ON 2,42
3 Brasil Ecodiesel ON 2,42
4 OGX ON 2,29
5 Gafisa ON 2,28
6 PDG Realty ON 2,24
7 Duratex ON 2,22
8 Gerdau Metalúrgica PN 2,14
9 Fibria ON 2,14
10 MRV ON 2,12
A Cyrnel atribui ao Ibovespa como um todo um risco igual a 1. A ação da mineradora MMX, portanto, apresenta um risco 172% maior do que a carteira teórica do principal índice de ações brasileiro. Para chegar nesses valores, a consultoria levou em consideração tanto a volatilidade do papel quanto seu peso no Ibovespa.
A consultoria observa que, das dez ações mais arriscadas do Ibovespa, quatro são do setor de construção (Gafisa, Duratex, PDG e MRV). O setor está em forte expansão devido a políticas governamentais de subsídio à compra de casas e também pela expansão do crédito. No entanto, como são empresas bastante alavancadas e dependentes de financiamento, acabam exacerbando movimentos de mercado tanto para o bem - em momentos de euforia - quanto para o mal - em pregões de pânico.
A mesma explicação vale para a inclusão na lista de três empresas do bilionário Eike Batista: LLX, MMX e OGX. Apesar de já terem enriquecido muita gente, esses papéis representam frações de empresas ainda em fase pré-operacional, que devem demorar um bom tempo para começar a gerar um caixa robusto. Portanto, são ações evitadas pelos investidores quando as coisas vão mal, mas que se recuperam rapidamente quando o cenário começa a se desanuviar.
A consultoria, portanto, não faz juízo de valor em relação às ações mais arriscadas. "Apesar de parecer algo negativo, tais ações podem ser grandes oportunidades e geralmente possuem menor correlação com o resto do mercado. Por conta disso, podem ser um interessante veículo de diversificação", afirma o consultor financeiro da Cyrnel International, Carlos Werneck.
Empresas de menor porte, que estejam enfrentando problemas particulares, como brigas entre acionistas, acidentes nas fábricas ou fraudes tendem a ser consideradas de maiores riscos específicos - ou desatrelados do resto do mercado. "Ao mesclar essas ações com outras mais atreladas ao Ibovespa, é possível formar uma carteira com risco menor que a média sem perder a rentabilidade", afirma o consultor.
Risco relativo
É óbvio que para quem investe em uma carteira de ações semelhante ao Ibovespa, é muito mais importante o que valoriza ou desvaloriza a Vale e a Petrobras do que fatos que mexem com qualquer uma das outras empresas. Como os papéis das duas empresas representam mais de 25% do Ibovespa, são muito mais determinantes para o sucesso ou fracasso desse investidor. Segundo o levantamento da Cyrnel, juntos os quatro maiores setores da bolsa (metalúrgico e minerador, financeiro, siderúrgico e de petróleo) representam mais de 60% do risco total de um investidor que segue a carteira teórica do índice.
Saber quão arriscado é um ativo é bastante pertinente na hora de tomar decisões. E tal observação depende de uma série de variáveis, relacionadas direta ou indiretamente a questões internas da própria companhia ou ao setor no qual ela atua. "Medir o grau de risco de um ativo ajuda a quantificar o potencial de perda ou ganho de um investimento", explica Werneck.
Uma boa análise de risco é produzida a partir de uma aprofundada avaliação de fatores que podem influenciar o preço do ativo no mercado financeiro, sejam eles de ordem interna ou externa a companhia emissora, medindo a oscilação que o preço atinge nos pregões.
"Incorpora-se o setor de atividade e o porte da empresa, a exposição cambial, a liquidez da companhia no mercado e componentes exclusivos da empresa, que chamamos de risco específico." Seja um grau de risco maior ou menor, fato é que o isso não significa, necessariamente, que o preço do ativo irá subir ou cair, mas sim que o preço desta ação, no futuro, é mais imprevisível.
Não existe certo ou errado com relação a qual seria o grau de risco ideal de uma carteira de ações. Cada investidor deve considerar e pesar seus próprios objetivos, discutindo-os com corretoras ou seu bancos, que, de acordo com Werneck, "tem o papel de aconselhar os clientes nos sentido de ajudá-los a determinar o investimento ideal para determinado perfil".
Fonte: www.exame.com.br
Posição Ação Grau de risco
1 MMX ON 2,72
2 LLX ON 2,42
3 Brasil Ecodiesel ON 2,42
4 OGX ON 2,29
5 Gafisa ON 2,28
6 PDG Realty ON 2,24
7 Duratex ON 2,22
8 Gerdau Metalúrgica PN 2,14
9 Fibria ON 2,14
10 MRV ON 2,12
A Cyrnel atribui ao Ibovespa como um todo um risco igual a 1. A ação da mineradora MMX, portanto, apresenta um risco 172% maior do que a carteira teórica do principal índice de ações brasileiro. Para chegar nesses valores, a consultoria levou em consideração tanto a volatilidade do papel quanto seu peso no Ibovespa.
A consultoria observa que, das dez ações mais arriscadas do Ibovespa, quatro são do setor de construção (Gafisa, Duratex, PDG e MRV). O setor está em forte expansão devido a políticas governamentais de subsídio à compra de casas e também pela expansão do crédito. No entanto, como são empresas bastante alavancadas e dependentes de financiamento, acabam exacerbando movimentos de mercado tanto para o bem - em momentos de euforia - quanto para o mal - em pregões de pânico.
A mesma explicação vale para a inclusão na lista de três empresas do bilionário Eike Batista: LLX, MMX e OGX. Apesar de já terem enriquecido muita gente, esses papéis representam frações de empresas ainda em fase pré-operacional, que devem demorar um bom tempo para começar a gerar um caixa robusto. Portanto, são ações evitadas pelos investidores quando as coisas vão mal, mas que se recuperam rapidamente quando o cenário começa a se desanuviar.
A consultoria, portanto, não faz juízo de valor em relação às ações mais arriscadas. "Apesar de parecer algo negativo, tais ações podem ser grandes oportunidades e geralmente possuem menor correlação com o resto do mercado. Por conta disso, podem ser um interessante veículo de diversificação", afirma o consultor financeiro da Cyrnel International, Carlos Werneck.
Empresas de menor porte, que estejam enfrentando problemas particulares, como brigas entre acionistas, acidentes nas fábricas ou fraudes tendem a ser consideradas de maiores riscos específicos - ou desatrelados do resto do mercado. "Ao mesclar essas ações com outras mais atreladas ao Ibovespa, é possível formar uma carteira com risco menor que a média sem perder a rentabilidade", afirma o consultor.
Risco relativo
É óbvio que para quem investe em uma carteira de ações semelhante ao Ibovespa, é muito mais importante o que valoriza ou desvaloriza a Vale e a Petrobras do que fatos que mexem com qualquer uma das outras empresas. Como os papéis das duas empresas representam mais de 25% do Ibovespa, são muito mais determinantes para o sucesso ou fracasso desse investidor. Segundo o levantamento da Cyrnel, juntos os quatro maiores setores da bolsa (metalúrgico e minerador, financeiro, siderúrgico e de petróleo) representam mais de 60% do risco total de um investidor que segue a carteira teórica do índice.
Saber quão arriscado é um ativo é bastante pertinente na hora de tomar decisões. E tal observação depende de uma série de variáveis, relacionadas direta ou indiretamente a questões internas da própria companhia ou ao setor no qual ela atua. "Medir o grau de risco de um ativo ajuda a quantificar o potencial de perda ou ganho de um investimento", explica Werneck.
Uma boa análise de risco é produzida a partir de uma aprofundada avaliação de fatores que podem influenciar o preço do ativo no mercado financeiro, sejam eles de ordem interna ou externa a companhia emissora, medindo a oscilação que o preço atinge nos pregões.
"Incorpora-se o setor de atividade e o porte da empresa, a exposição cambial, a liquidez da companhia no mercado e componentes exclusivos da empresa, que chamamos de risco específico." Seja um grau de risco maior ou menor, fato é que o isso não significa, necessariamente, que o preço do ativo irá subir ou cair, mas sim que o preço desta ação, no futuro, é mais imprevisível.
Não existe certo ou errado com relação a qual seria o grau de risco ideal de uma carteira de ações. Cada investidor deve considerar e pesar seus próprios objetivos, discutindo-os com corretoras ou seu bancos, que, de acordo com Werneck, "tem o papel de aconselhar os clientes nos sentido de ajudá-los a determinar o investimento ideal para determinado perfil".
Fonte: www.exame.com.br
terça-feira, 26 de outubro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
Bovespa cai por cautela de investidores sobre G20
A bolsa de valores brasileira fechou em queda nesta volátil sexta-feira, com a cautela preponderando em meio à expectativa da reunião do G20 em um dia sem dados relevantes, encerrando uma semana negativa para o Ibovespa.
A possibilidade de medidas adicionais do governo brasileiro sobre o câmbio, depois do anúncio de segunda-feira de nova elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o capital externo na renda fixa e também nas margens de garantias na bolsa, permeou a semana.
O Ibovespa, principal índice da bolsa paulista, encerrou o dia com queda de 0,18 por cento, aos 69.529 pontos. Na semana, o indicador acumulou perda de cerca de 3 por cento.
O giro financeiro desta sessão foi 6,21 bilhões de reais, abaixo da média dos últimos pregões.
Depois de ensaiar uma recuperação logo na abertura, o mercado doméstico acabou por sucumbir às incertezas sobre o resultado da reunião do G20, que começou nesta sexta-feira na Coreia do Sul e se estende pelo fim de semana. O primeiro dia da reunião não indicou nada de concreto.
"Quando o volume é mais baixo, a tendência é acompanhar o Dow Jones. O G20 ainda não mostrou nada mais efetivo e não acho que deva sair algo mais expressivo no fim de semana. Mas ficamos de olho para ver se o governo aparece com mais alguma medida (sobre o câmbio)", afirmou o analista sênior do BB Investimentos Hamilton Moreira.
O clima de incerteza gerado pela intervenção frequente do governo brasileiro empurrou a moeda norte-americana de volta ao patamar de 1,70 real nesta sexta-feira, maior nível desde 28 de setembro.
As bolsas de Nova York tiveram uma sexta-feira igualmente volátil, também de olho na guerra cambial, uma vez que ainda está presente no mercado a questão do afrouxamento quantitativo, cujo um dos efeitos seria o enfraquecimento do dólar. O Dow Jones caiu 0,13 por cento, mas o Standard & Poor's 500 ganhou 0,24 por cento.
O Portal Exame publicou reportagem no final da tarde afirmando que a Brasil Ecodiesel e a Maeda Agroindustrial anunciarão em breve uma fusão.
O setor de siderurgia teve uma dia de recuperação, após registrar queda expressiva nos dias recentes, ajudado pela notícia de que o governo está considerando medidas para combater as importações de aço.
As preferenciais da Usiminas subiram 3 por cento, para 20,59 reais, enquanto as ordinárias da CSN ganharam 1,72 por cento, para 28,38 reais.
As blue chips tiveram dia de oscilação amena. As preferenciais da Petrobras avançaram 0,21 por cento, para 24,21 reais. As da Vale recuaram 0,19 por cento, para 48,24 reais.
Fonte : Exame
A possibilidade de medidas adicionais do governo brasileiro sobre o câmbio, depois do anúncio de segunda-feira de nova elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o capital externo na renda fixa e também nas margens de garantias na bolsa, permeou a semana.
O Ibovespa, principal índice da bolsa paulista, encerrou o dia com queda de 0,18 por cento, aos 69.529 pontos. Na semana, o indicador acumulou perda de cerca de 3 por cento.
O giro financeiro desta sessão foi 6,21 bilhões de reais, abaixo da média dos últimos pregões.
Depois de ensaiar uma recuperação logo na abertura, o mercado doméstico acabou por sucumbir às incertezas sobre o resultado da reunião do G20, que começou nesta sexta-feira na Coreia do Sul e se estende pelo fim de semana. O primeiro dia da reunião não indicou nada de concreto.
"Quando o volume é mais baixo, a tendência é acompanhar o Dow Jones. O G20 ainda não mostrou nada mais efetivo e não acho que deva sair algo mais expressivo no fim de semana. Mas ficamos de olho para ver se o governo aparece com mais alguma medida (sobre o câmbio)", afirmou o analista sênior do BB Investimentos Hamilton Moreira.
O clima de incerteza gerado pela intervenção frequente do governo brasileiro empurrou a moeda norte-americana de volta ao patamar de 1,70 real nesta sexta-feira, maior nível desde 28 de setembro.
As bolsas de Nova York tiveram uma sexta-feira igualmente volátil, também de olho na guerra cambial, uma vez que ainda está presente no mercado a questão do afrouxamento quantitativo, cujo um dos efeitos seria o enfraquecimento do dólar. O Dow Jones caiu 0,13 por cento, mas o Standard & Poor's 500 ganhou 0,24 por cento.
O Portal Exame publicou reportagem no final da tarde afirmando que a Brasil Ecodiesel e a Maeda Agroindustrial anunciarão em breve uma fusão.
O setor de siderurgia teve uma dia de recuperação, após registrar queda expressiva nos dias recentes, ajudado pela notícia de que o governo está considerando medidas para combater as importações de aço.
As preferenciais da Usiminas subiram 3 por cento, para 20,59 reais, enquanto as ordinárias da CSN ganharam 1,72 por cento, para 28,38 reais.
As blue chips tiveram dia de oscilação amena. As preferenciais da Petrobras avançaram 0,21 por cento, para 24,21 reais. As da Vale recuaram 0,19 por cento, para 48,24 reais.
Fonte : Exame
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Bovespa segue NY com forte baixa e perde os 70 mil pontos
O Ibovespa fechou com desvalorização de 2,61 por cento, aos 69.863 pontos. Na mínima do dia, o índice ficou em 69.628 pontos. O giro financeiro foi de 7,61 bilhões de reais.
Se na véspera a alta em Wall Street ajudou a conter as perdas no mercado doméstico, nesta sessão o clima negativo do exterior contagiou a bolsa paulista e estimulou mais realização de lucros.
"O quadro lá fora hoje já amanheceu ruim, principalmente nos Estados Unidos por conta de resultados de empresas. As commodities não estão ajudando e ainda tivemos novas medidas e intervenções", afirmou o economista-chefe da SulAmerica Investimentos, Newton Rosa.
Em Wall Street, os principais índices apontavam perdas agudas desde o início da sessão. O mercado norte-americano acordou desanimado pelos balanços da Apple e IBM, divulgados na noite de segunda-feira, que vieram aquém do estimado por investidores.
Ainda, o aumento inesperado do juro básico na China e o desempenho ruim de ações de bancos norte-americanos pressionaram mais as bolsas de valores nos EUA.
No Ibovespa, as mesmas blue chips que ajudaram a amenizar as perdas na segunda-feira, contribuíram para a baixa desta sessão. As preferenciais da Vale recuaram 2,08 por cento, para 48,08 reais, enquanto que as ordinárias perderam 2,39 por cento, para 53,20 reais.
As ações preferenciais da Petrobras tiveram queda de 4,24 por cento, para 25,28 reais, enquanto que as ordinárias encerraram em baixa de 3,66 por cento, a 27,65 reais. O preço do barril do petróleo em Nova York caiu mais de 4 por cento.
A ação da BM&FBovespa ficou pelo segundo dia seguido entre as maiores quedas da carteira teórica do Ibovespa, com desvalorização de 3,17 por cento, cotada a 14,05 reais.Depois de encerrados os negócios na segunda-feira, quando o papel da BM&FBovespa tinha caído mais de 4 por cento, o governo anunciou aumento do IOF para recolhimento de margem em derivativos de 0,38 para 6 por cento, em medida para conter a valorização do real.
"A principal diferença entre a BM&FBovespa e seus pares globais é que ela é a única grande bolsa de valores que enfrenta riscos regulatórios. Medidas como o aumento no IOF e exigências de margens, anunciadas por Mantega, podem resultar em menos volumes de derivativos, e possivelmente em ações", afirmou o HSBC em relatório, no qual reduziu sua recomendação para a ação da BM&FBovespa de "overweight" para "neutro".
Fonte: www.exame.com.br
Se na véspera a alta em Wall Street ajudou a conter as perdas no mercado doméstico, nesta sessão o clima negativo do exterior contagiou a bolsa paulista e estimulou mais realização de lucros.
"O quadro lá fora hoje já amanheceu ruim, principalmente nos Estados Unidos por conta de resultados de empresas. As commodities não estão ajudando e ainda tivemos novas medidas e intervenções", afirmou o economista-chefe da SulAmerica Investimentos, Newton Rosa.
Em Wall Street, os principais índices apontavam perdas agudas desde o início da sessão. O mercado norte-americano acordou desanimado pelos balanços da Apple e IBM, divulgados na noite de segunda-feira, que vieram aquém do estimado por investidores.
Ainda, o aumento inesperado do juro básico na China e o desempenho ruim de ações de bancos norte-americanos pressionaram mais as bolsas de valores nos EUA.
No Ibovespa, as mesmas blue chips que ajudaram a amenizar as perdas na segunda-feira, contribuíram para a baixa desta sessão. As preferenciais da Vale recuaram 2,08 por cento, para 48,08 reais, enquanto que as ordinárias perderam 2,39 por cento, para 53,20 reais.
As ações preferenciais da Petrobras tiveram queda de 4,24 por cento, para 25,28 reais, enquanto que as ordinárias encerraram em baixa de 3,66 por cento, a 27,65 reais. O preço do barril do petróleo em Nova York caiu mais de 4 por cento.
A ação da BM&FBovespa ficou pelo segundo dia seguido entre as maiores quedas da carteira teórica do Ibovespa, com desvalorização de 3,17 por cento, cotada a 14,05 reais.Depois de encerrados os negócios na segunda-feira, quando o papel da BM&FBovespa tinha caído mais de 4 por cento, o governo anunciou aumento do IOF para recolhimento de margem em derivativos de 0,38 para 6 por cento, em medida para conter a valorização do real.
"A principal diferença entre a BM&FBovespa e seus pares globais é que ela é a única grande bolsa de valores que enfrenta riscos regulatórios. Medidas como o aumento no IOF e exigências de margens, anunciadas por Mantega, podem resultar em menos volumes de derivativos, e possivelmente em ações", afirmou o HSBC em relatório, no qual reduziu sua recomendação para a ação da BM&FBovespa de "overweight" para "neutro".
Fonte: www.exame.com.br
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
VALE5 e HGTX3 ponto de entrada para 19/10.
Vale5 está apresentando tendência de alta, se o ativo realizar a correção em 19/10, o melhor ponto de entrada é R$ 46,97 (Stop SafeZone).
HGTX3 está apresentando tendência de alta, se o ativo realizar a correção em 19/10, o melhor ponto de entrada é R$ 82,58 (Stop SafeZone).
HGTX3 está apresentando tendência de alta, se o ativo realizar a correção em 19/10, o melhor ponto de entrada é R$ 82,58 (Stop SafeZone).
domingo, 17 de outubro de 2010
Analise técnica Vale do Rio Doce (VALE5), possível correção no preço.
Analisando o gráfico diário, o MACD está apontando queda na força compradora indicando uma possível correção, essa é uma boa oportunidade para quem deseja entrar no ativo, durante a semana estarei informando possível preço de entrada, lembrando que o gráfico semanal ainda aponta tendência de alta.

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Titulo de Capitalização, saiam dessa furada !!!!!!
Não é um investimento, mas é comercializado como uma forma de poupar. Não é um seguro, mas é vendido por seguradoras e regulado pela Susep. Suas receitas e faturamento vêm crescendo a taxas superiores a 10% ao ano, mas é considerado, por quem entende de finanças, uma das piores formas de se aplicar o dinheiro. O título de capitalização, afinal de contas, é bom para quem?
Em primeiro lugar, para quem os comercializa. "É pagar caro demais para alguém tomar conta do seu dinheiro. O resultado é uma mina de ouro para os bancos e seguradoras", diz Rafael Paschoarelli Veiga, professor de finanças da USP. Em segundo lugar, para quem gosta de jogar - e tem muita sorte. "Pode até ser uma boa maneira de apostar, porque o dinheiro da aposta retorna depois de certo tempo. Mas não se deve confundir o título de capitalização com um investimento", afirma Márcia Dessen, professora da Fundação Dom Cabral e planejadora financeira.
O que eles querem dizer é que o título de capitalização é, primordialmente, um jogo. O sujeito faz uma aposta, paga em uma ou mais parcelas, concorre em sorteios e, após o vencimento do título, recupera parcial ou totalmente o valor desembolsado, mesmo que não tenha tirado a sorte grande. Ganhar no sorteio, aliás, é bastante difícil. As chances de vencer se equiparam às das demais loterias.
Não é à toa que um dos jogos mais famosos do Brasil é também o título de capitalização mais conhecido - a Tele Sena, do Grupo Silvio Santos. Mas para quem busca poupança e retorno, o título de capitalização é uma grande furada. Sua rentabilidade é menor que a da caderneta de poupança, boa parte do dinheiro aplicado fica para a instituição que o vendeu e o poupador só pode mexer nas suas reservas depois do período de carência. Mesmo assim, se ele resolver sacá-las antes do vencimento do título, não conseguirá recuperar nem o montante acumulado até então.
Não parece muito justo, mas os próprios bancos e seguradoras se justificam, alegando que o título de capitalização não deve ser comparado a outras formas de investimento. Seu diferencial estaria no "aspecto lúdico". "Se é jogo, não deveria ser vendido em banco, mas em casa lotérica", critica Rafael Paschoarelli. Ainda assim, o brasileiro continua fazendo o segmento crescer. Em julho de 2010, o mercado de capitalização abarcava mais de 20 milhões de pessoas, com reservas de 16,222 bilhões de reais.
Funcionamento dos títulos de capitalização
Para entender por que o título de capitalização é tão desvantajoso em matéria de retorno é preciso compreender o seu funcionamento. Há basicamente dois tipos de títulos. Os populares, como a Tele Sena, não se propõem ser uma modalidade de poupança, mas puramente um jogo. O pagamento é único, de valor baixo (em geral menos de dez reais) e o maior atrativo é realmente o sorteio de prêmios. O resgate não permite ao comprador recuperar a totalidade do valor da aposta, pois boa parte do dinheiro é destinada a custear os prêmios.
Já os tradicionais são vendidos como formas de "poupança programada" em que os poupadores têm, de quebra, oportunidade de participar de sorteios. O poupador paga mensalidades durante um período, em geral, de cinco anos, mas não pode resgatar nem um centavo antes de passado o prazo de carência, que costuma ser de 12 meses. Se decidir fazer o resgate antes do vencimento, não conseguirá recuperar 100% do que pagou até então. Para receber de volta todo o montante acumulado, normalmente remunerado pela poupança (0,5% ao mês + TR), precisará esperar até o vencimento.
Em outras palavras, o poupador é penalizado caso resolva resgatar seu dinheiro antes do tempo. "Não é poupança programada, é poupança forçada", diz Márcia Dessen. Apenas uma parcela do que é poupado será destinada a formar o montante a ser remunerado, a chamada cota de capitalização. Um bom percentual - a cota de carregamento - ficará com o banco. Há ainda a cota de sorteio, destinada a custear os prêmios.
São tantos os descontos que, se o poupador tivesse decidido aplicar o mesmo montante na caderneta de poupança durante o mesmo período de tempo conseguiria acumular bem mais. Isso vale até mesmo para títulos mais "sofisticados" como os que destinam um percentual da cota de capitalização a um fundo de ações.
Fonte Exame
Em primeiro lugar, para quem os comercializa. "É pagar caro demais para alguém tomar conta do seu dinheiro. O resultado é uma mina de ouro para os bancos e seguradoras", diz Rafael Paschoarelli Veiga, professor de finanças da USP. Em segundo lugar, para quem gosta de jogar - e tem muita sorte. "Pode até ser uma boa maneira de apostar, porque o dinheiro da aposta retorna depois de certo tempo. Mas não se deve confundir o título de capitalização com um investimento", afirma Márcia Dessen, professora da Fundação Dom Cabral e planejadora financeira.
O que eles querem dizer é que o título de capitalização é, primordialmente, um jogo. O sujeito faz uma aposta, paga em uma ou mais parcelas, concorre em sorteios e, após o vencimento do título, recupera parcial ou totalmente o valor desembolsado, mesmo que não tenha tirado a sorte grande. Ganhar no sorteio, aliás, é bastante difícil. As chances de vencer se equiparam às das demais loterias.
Não é à toa que um dos jogos mais famosos do Brasil é também o título de capitalização mais conhecido - a Tele Sena, do Grupo Silvio Santos. Mas para quem busca poupança e retorno, o título de capitalização é uma grande furada. Sua rentabilidade é menor que a da caderneta de poupança, boa parte do dinheiro aplicado fica para a instituição que o vendeu e o poupador só pode mexer nas suas reservas depois do período de carência. Mesmo assim, se ele resolver sacá-las antes do vencimento do título, não conseguirá recuperar nem o montante acumulado até então.
Não parece muito justo, mas os próprios bancos e seguradoras se justificam, alegando que o título de capitalização não deve ser comparado a outras formas de investimento. Seu diferencial estaria no "aspecto lúdico". "Se é jogo, não deveria ser vendido em banco, mas em casa lotérica", critica Rafael Paschoarelli. Ainda assim, o brasileiro continua fazendo o segmento crescer. Em julho de 2010, o mercado de capitalização abarcava mais de 20 milhões de pessoas, com reservas de 16,222 bilhões de reais.
Funcionamento dos títulos de capitalização
Para entender por que o título de capitalização é tão desvantajoso em matéria de retorno é preciso compreender o seu funcionamento. Há basicamente dois tipos de títulos. Os populares, como a Tele Sena, não se propõem ser uma modalidade de poupança, mas puramente um jogo. O pagamento é único, de valor baixo (em geral menos de dez reais) e o maior atrativo é realmente o sorteio de prêmios. O resgate não permite ao comprador recuperar a totalidade do valor da aposta, pois boa parte do dinheiro é destinada a custear os prêmios.
Já os tradicionais são vendidos como formas de "poupança programada" em que os poupadores têm, de quebra, oportunidade de participar de sorteios. O poupador paga mensalidades durante um período, em geral, de cinco anos, mas não pode resgatar nem um centavo antes de passado o prazo de carência, que costuma ser de 12 meses. Se decidir fazer o resgate antes do vencimento, não conseguirá recuperar 100% do que pagou até então. Para receber de volta todo o montante acumulado, normalmente remunerado pela poupança (0,5% ao mês + TR), precisará esperar até o vencimento.
Em outras palavras, o poupador é penalizado caso resolva resgatar seu dinheiro antes do tempo. "Não é poupança programada, é poupança forçada", diz Márcia Dessen. Apenas uma parcela do que é poupado será destinada a formar o montante a ser remunerado, a chamada cota de capitalização. Um bom percentual - a cota de carregamento - ficará com o banco. Há ainda a cota de sorteio, destinada a custear os prêmios.
São tantos os descontos que, se o poupador tivesse decidido aplicar o mesmo montante na caderneta de poupança durante o mesmo período de tempo conseguiria acumular bem mais. Isso vale até mesmo para títulos mais "sofisticados" como os que destinam um percentual da cota de capitalização a um fundo de ações.
Fonte Exame
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
AGEN11: Acionistas surpresos com suspensão mantida
Surpresa aos acionistas da Agrenco com a divulgação do Informe Quinzenal da empresa ontem. Edgar Mansur Salomão, novo diretor de relação com investidores da empresa, anunciou que a reversão da suspensão do registro dos BDRs da empresa foi negada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), autarquia que rege esses assuntos no Brasil. Segundo a CVM a Instrução de número 480/2009 exige que para a suspensão seja habilitada a empresa deverá entregar os ITRs (Informações Trimestrais) pendentes de 2010. A informação inicial que os investidores detinham era que seria necessária a entrega das documentações sobre balanços somente até o ano de 2009. Agora resta saber se essa informação estava equivocada, da onde ela partiu ou se a instrução da CVM editada no final de 2009 alterou as exigências para esse tipo de operação. A Agrenco disse estar buscando esclarecimentos junto à CVM para solução do assunto o mais breve possível
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Ibov, demonstrando tendência de Alta.
O IBOV está demonstrando tendência de alta, porém, é possível uma pequena correção.

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terça-feira, 12 de outubro de 2010
Seguros e investimentos financeiros: Surge um mercado bilionário
Seguros e investimentos financeiros: Surge um mercado bilionário: "Esta é a melhor fase do setor de seguros no Brasil. As companhias se preparam para dar um salto garantindo obras gigantescas, como as da Cop..."
Surge um mercado bilionário
Esta é a melhor fase do setor de seguros no Brasil. As companhias se preparam para dar um salto garantindo obras gigantescas, como as da Copa e do PAC, e atraindo milhões de brasileiros que nunca tiveram seguro.
Os estrangeiros investem
O fato é que o setor vive hoje a melhor fase de sua história no país. Em 2008, enquanto o mercado mundial de seguros sofreu queda de 3% em termos reais, o brasileiro cresceu 7%. Neste ano, estima-se que o crescimento por aqui chegue a 10%. Uma pesquisa exclusiva da consultoria Accenture feita com 104 seguradoras em 16 países mostra que 62% delas planejam crescer fora de seus mercados-sede - e que os países do Bric estão no topo da lista de prioridades. "Os executivos dessas seguradoras sabem que as chances reais de crescimento estão fora dos países desenvolvidos", diz Silas Devai, responsável pela área de finanças da Accenture. É provável que isso explique a recente agressividade das seguradoras estrangeiras no Brasil. A americana Liberty contratou nove executivos no país e no exterior para montar uma divisão de apólices empresariais. A japonesa Tokio Marine tem quase 700 milhões de reais para aplicar na operação brasileira. A alemã Allianz, uma das líderes do mundo, colocou como meta dobrar a carteira de seguros para grandes obras - comenta-se que a empresa estaria estudando uma parceria com o Itaú Unibanco, que encerrou recentemente um acordo com a XL Capital (as companhias negam).
Embora envolvam somas brutais, não são apenas as obras de infraestrutura que devem movimentar o mercado nos próximos anos. Espera-se um salto no ramo de pessoas físicas -- que ainda compram poucos seguros no Brasil. Uma pesquisa do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas mostra que menos da metade dos consumidores das classes A e B, que têm renda familiar superior a 4 800 reais por mês, possui seguro. A presença é ainda menor na baixa renda - na classe C, só 16% das famílias têm alguma apólice; na classe D, o percentual é de apenas 4%. "Vender para esse público é uma de nossas prioridades, é um ramo que deve estar entre os de maior crescimento nos próximos anos", diz Marco Antônio Rossi, presidente da Bradesco Seguros. De forma geral, as seguradoras descobriram o potencial da baixa renda bem depois dos bancos - as apólices populares, como os seguros de vida que custam 5 reais por mês, só começaram a ser vendidas em larga escala nos últimos três anos. Hoje, esse é um mercado que cresce cerca de 50% ao ano e vem atraindo cada vez mais investimentos.
A pesquisa da FGV também mostrou que o seguro mais contratado por consumidores de todas as faixas de renda é o de saúde - representa mais da metade dos gastos com seguros das famílias entrevistadas. Hoje, esse setor está na mira de fundos de private equity. Em setembro, a Tempo, holding controlada pela GP Investimentos, comprou a seguradora de saúde do Unibanco por 55 milhões de reais - fora outros 45 milhões de reais que podem ser pagos em até 12 meses de acordo com o desempenho da empresa. "Esse é um setor pouco afetado por crises, porque a demanda por planos de saúde é gigantesca no Brasil", diz Luiz Eugenio Figueiredo, sócio da gestora Rio Bravo e presidente da Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital. A Rio Bravo investiu na Exopro, empresa de implantes odontológicos, e tem outras empresas do setor sendo avaliadas, segundo Figueiredo. Espera-se que o setor de seguros de saúde passe por um processo de consolidação semelhante ao que ocorreu nos últimos anos nos demais ramos do mercado, como o de automóveis - atualmente, há mais de 1 000 operadoras de planos de saúde no país. Em novembro, já houve um movimento nessa direção: a Amil comprou a Medial por 612 milhões de reais. "É possível que muitas não tenham capital suficiente para continuar e nós procuramos oportunidades de compra", diz Patrick de Larragoiti, presidente da SulAmérica, uma das líderes do setor.
O fato é que o mercado está se concentrando, até por razões macroeconômicas. Parte das receitas das seguradoras vem da aplicação financeira dos recursos reservados para pagar indenizações. Com a queda dos juros no Brasil, o retorno desses investimentos diminuiu, e isso aumentou a pressão sobre os executivos para gerar resultados operacionais. "Ter escala é fundamental agora, porque ajuda a reduzir custos", diz José Rubens Alonso, sócio da consultoria KPMG. Isso explica o movimento de consolidação que ocorreu de 2004 para cá, quando a participação das cinco maiores seguradoras nas receitas totais do setor aumentou de 47% para 60% - hoje, as cinco primeiras do ranking são Bradesco, Itaú Unibanco, SulAmérica, Porto Seguro e Banco do Brasil. Nos últimos meses, seguradoras locais, como Marítima, Mongeral, Indiana e Minas Brasil, foram compradas por estrangeiros. Banqueiros de investimento dizem que as sondagens entre empresas para fusões, aquisições ou parcerias nunca foram tão frequentes. "Faço todo ano um mapa do mercado brasileiro de seguros para a matriz, com um relatório das 20 maiores companhias, indicando qual poderia agregar valor a nosso negócio", diz Max Thiermann, presidente no Brasil da Allianz. "Mas a decisão é tomada lá fora. O que está claro para a matriz é que o potencial aqui é enorme."
Fonte Exame
Os estrangeiros investem
O fato é que o setor vive hoje a melhor fase de sua história no país. Em 2008, enquanto o mercado mundial de seguros sofreu queda de 3% em termos reais, o brasileiro cresceu 7%. Neste ano, estima-se que o crescimento por aqui chegue a 10%. Uma pesquisa exclusiva da consultoria Accenture feita com 104 seguradoras em 16 países mostra que 62% delas planejam crescer fora de seus mercados-sede - e que os países do Bric estão no topo da lista de prioridades. "Os executivos dessas seguradoras sabem que as chances reais de crescimento estão fora dos países desenvolvidos", diz Silas Devai, responsável pela área de finanças da Accenture. É provável que isso explique a recente agressividade das seguradoras estrangeiras no Brasil. A americana Liberty contratou nove executivos no país e no exterior para montar uma divisão de apólices empresariais. A japonesa Tokio Marine tem quase 700 milhões de reais para aplicar na operação brasileira. A alemã Allianz, uma das líderes do mundo, colocou como meta dobrar a carteira de seguros para grandes obras - comenta-se que a empresa estaria estudando uma parceria com o Itaú Unibanco, que encerrou recentemente um acordo com a XL Capital (as companhias negam).
Embora envolvam somas brutais, não são apenas as obras de infraestrutura que devem movimentar o mercado nos próximos anos. Espera-se um salto no ramo de pessoas físicas -- que ainda compram poucos seguros no Brasil. Uma pesquisa do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas mostra que menos da metade dos consumidores das classes A e B, que têm renda familiar superior a 4 800 reais por mês, possui seguro. A presença é ainda menor na baixa renda - na classe C, só 16% das famílias têm alguma apólice; na classe D, o percentual é de apenas 4%. "Vender para esse público é uma de nossas prioridades, é um ramo que deve estar entre os de maior crescimento nos próximos anos", diz Marco Antônio Rossi, presidente da Bradesco Seguros. De forma geral, as seguradoras descobriram o potencial da baixa renda bem depois dos bancos - as apólices populares, como os seguros de vida que custam 5 reais por mês, só começaram a ser vendidas em larga escala nos últimos três anos. Hoje, esse é um mercado que cresce cerca de 50% ao ano e vem atraindo cada vez mais investimentos.
A pesquisa da FGV também mostrou que o seguro mais contratado por consumidores de todas as faixas de renda é o de saúde - representa mais da metade dos gastos com seguros das famílias entrevistadas. Hoje, esse setor está na mira de fundos de private equity. Em setembro, a Tempo, holding controlada pela GP Investimentos, comprou a seguradora de saúde do Unibanco por 55 milhões de reais - fora outros 45 milhões de reais que podem ser pagos em até 12 meses de acordo com o desempenho da empresa. "Esse é um setor pouco afetado por crises, porque a demanda por planos de saúde é gigantesca no Brasil", diz Luiz Eugenio Figueiredo, sócio da gestora Rio Bravo e presidente da Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital. A Rio Bravo investiu na Exopro, empresa de implantes odontológicos, e tem outras empresas do setor sendo avaliadas, segundo Figueiredo. Espera-se que o setor de seguros de saúde passe por um processo de consolidação semelhante ao que ocorreu nos últimos anos nos demais ramos do mercado, como o de automóveis - atualmente, há mais de 1 000 operadoras de planos de saúde no país. Em novembro, já houve um movimento nessa direção: a Amil comprou a Medial por 612 milhões de reais. "É possível que muitas não tenham capital suficiente para continuar e nós procuramos oportunidades de compra", diz Patrick de Larragoiti, presidente da SulAmérica, uma das líderes do setor.
O fato é que o mercado está se concentrando, até por razões macroeconômicas. Parte das receitas das seguradoras vem da aplicação financeira dos recursos reservados para pagar indenizações. Com a queda dos juros no Brasil, o retorno desses investimentos diminuiu, e isso aumentou a pressão sobre os executivos para gerar resultados operacionais. "Ter escala é fundamental agora, porque ajuda a reduzir custos", diz José Rubens Alonso, sócio da consultoria KPMG. Isso explica o movimento de consolidação que ocorreu de 2004 para cá, quando a participação das cinco maiores seguradoras nas receitas totais do setor aumentou de 47% para 60% - hoje, as cinco primeiras do ranking são Bradesco, Itaú Unibanco, SulAmérica, Porto Seguro e Banco do Brasil. Nos últimos meses, seguradoras locais, como Marítima, Mongeral, Indiana e Minas Brasil, foram compradas por estrangeiros. Banqueiros de investimento dizem que as sondagens entre empresas para fusões, aquisições ou parcerias nunca foram tão frequentes. "Faço todo ano um mapa do mercado brasileiro de seguros para a matriz, com um relatório das 20 maiores companhias, indicando qual poderia agregar valor a nosso negócio", diz Max Thiermann, presidente no Brasil da Allianz. "Mas a decisão é tomada lá fora. O que está claro para a matriz é que o potencial aqui é enorme."
Fonte Exame
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Mercado sinaliza correção intermediária.
IBOV Sentiu resistência em 71250 pontos e está prestes a produzir um engolfo de baixa, o que sugeriria alguma correção no curto.
PETR4 Testa importante faixa de suporte entre 25,80/25,50. Caso perca esta faixa, abrirá uma simetria bem negativa.
GGBR4 Chama atenção! Perdeu suporte em 22,40 com volume consistente e gera expectativa de manutenção da tendência de baixa mais longa. Faço operação de venda com stop acima de 22,90 e capital em risco mais apertado.
POMO4 Chama atenção! Rompe faixa de resistência com entrada de volume em 5,70/5,80 e deve fechar próximo da máxima. Gera entrada parcial.
SANB11 Chama atenção! Faz candle de reversão totalmente fora das bandas. Gera venda com objetivo no topo anterior rompido.
PCAR5 Está sem tendência definida. O fechamento da gap aberto é sinal negativo. Não vejo oportunidades no momento.
JBSS3 Apresenta o teste de um fundo em 7,10. A tendência não está bem definida, o que dificulta entradas.
CSNA3 O setor continua com dificuldade em retomar o movimento positivo. Testa suporte em 28,50. Não vejo entradas no ativo.
ALLL11 Candle de reversão próximo a 17,80. poderá gerar venda contra a tendência e entrada de correção. Tem resistência em 19,00.
VALE5 Ainda não sinalizou uma correção, após vários dias sem perder mínimas. Tem suporte consistente em 44,50.
GOLL4 Conseguiu ultrapassar resistência em 27,40. Não dá sinalização clara de entrada.
FIBR3 Segue em congestão. Tem suporte em 28,60 e resistência em 31,00. Aguardo rompimento de um dos extremos.
MRVE3 Testa resistência no momento. Pode haver alguma correção mas a expectativa é de alta para um prazo maior.
BRSR6 Rompeu e consolidou antiga resistência com suporte. Tem resistência imediata em 17,80. Não vejo entradas no momento.
EMBR3 Congestiona, bandas estreitando. Aguardo um rompimento para eventual entrada.
PDGR3 Faz candle de indefinição. Não se enquadra em nenhum dos setups que opero. Há possibilidade de alguma correção.
LAME4 Apresenta um doji. Suporte mais forte em 15,20. Um eventual recuo pode oferecer novas oportunidades.
AMAR3 Esticado no curtíssimo prazo. Espero alguma correção para avaliar uma entrada.
TNLP4 Apesar da sinalização positiva dada, não tenho 3 critérios para operar na compra. Não gera trade nos meus setups.
Fonte - http://www.leandrostormer.com.br
PETR4 Testa importante faixa de suporte entre 25,80/25,50. Caso perca esta faixa, abrirá uma simetria bem negativa.
GGBR4 Chama atenção! Perdeu suporte em 22,40 com volume consistente e gera expectativa de manutenção da tendência de baixa mais longa. Faço operação de venda com stop acima de 22,90 e capital em risco mais apertado.
POMO4 Chama atenção! Rompe faixa de resistência com entrada de volume em 5,70/5,80 e deve fechar próximo da máxima. Gera entrada parcial.
SANB11 Chama atenção! Faz candle de reversão totalmente fora das bandas. Gera venda com objetivo no topo anterior rompido.
PCAR5 Está sem tendência definida. O fechamento da gap aberto é sinal negativo. Não vejo oportunidades no momento.
JBSS3 Apresenta o teste de um fundo em 7,10. A tendência não está bem definida, o que dificulta entradas.
CSNA3 O setor continua com dificuldade em retomar o movimento positivo. Testa suporte em 28,50. Não vejo entradas no ativo.
ALLL11 Candle de reversão próximo a 17,80. poderá gerar venda contra a tendência e entrada de correção. Tem resistência em 19,00.
VALE5 Ainda não sinalizou uma correção, após vários dias sem perder mínimas. Tem suporte consistente em 44,50.
GOLL4 Conseguiu ultrapassar resistência em 27,40. Não dá sinalização clara de entrada.
FIBR3 Segue em congestão. Tem suporte em 28,60 e resistência em 31,00. Aguardo rompimento de um dos extremos.
MRVE3 Testa resistência no momento. Pode haver alguma correção mas a expectativa é de alta para um prazo maior.
BRSR6 Rompeu e consolidou antiga resistência com suporte. Tem resistência imediata em 17,80. Não vejo entradas no momento.
EMBR3 Congestiona, bandas estreitando. Aguardo um rompimento para eventual entrada.
PDGR3 Faz candle de indefinição. Não se enquadra em nenhum dos setups que opero. Há possibilidade de alguma correção.
LAME4 Apresenta um doji. Suporte mais forte em 15,20. Um eventual recuo pode oferecer novas oportunidades.
AMAR3 Esticado no curtíssimo prazo. Espero alguma correção para avaliar uma entrada.
TNLP4 Apesar da sinalização positiva dada, não tenho 3 critérios para operar na compra. Não gera trade nos meus setups.
Fonte - http://www.leandrostormer.com.br
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Apple, Google e Mc Donald's negociam ações no Brasil
São Paulo - Ações da Apple, Google e mais oito grandes empresas estrangeiras passam a ser negociadas no mercado de capitais brasileiro.
Os papéis serão emitidos pelo Deutsche Bank S/A, por meio das chamadas BDRs - Brazilian Depositary Receipts, certificados representativos de valores mobiliários emitidos por companhias abertas com sede no exterior.
O lote envolve BDRs das seguintes empresas: Bank of America Corporation e Goldman Sachs Group Inc. (setor financeiro), Avon Products Inc. (bens de consumo), Wal Mart Stores Inc. (varejo), Exxon Mobil Corporation (petróleo e gás), McDonalds Corp. (alimentação) e Pfizer Inc. (setor farmacêutico), além das tecnológicas Apple Inc. e Google Inc., todas listadas em bolsas norte-americanas.
São BDRs de "nível 1", que, de acordo com a BM&F (Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros), são considerados como investimento no exterior.
Sua emissão e seu registro são de responsabilidade de uma instituição depositária no Brasil, sem qualquer participação das companhias. A negociação será no mercado de balcão organizado do segmento Bovespa.
Fonte - Portal Exame
Os papéis serão emitidos pelo Deutsche Bank S/A, por meio das chamadas BDRs - Brazilian Depositary Receipts, certificados representativos de valores mobiliários emitidos por companhias abertas com sede no exterior.
O lote envolve BDRs das seguintes empresas: Bank of America Corporation e Goldman Sachs Group Inc. (setor financeiro), Avon Products Inc. (bens de consumo), Wal Mart Stores Inc. (varejo), Exxon Mobil Corporation (petróleo e gás), McDonalds Corp. (alimentação) e Pfizer Inc. (setor farmacêutico), além das tecnológicas Apple Inc. e Google Inc., todas listadas em bolsas norte-americanas.
São BDRs de "nível 1", que, de acordo com a BM&F (Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros), são considerados como investimento no exterior.
Sua emissão e seu registro são de responsabilidade de uma instituição depositária no Brasil, sem qualquer participação das companhias. A negociação será no mercado de balcão organizado do segmento Bovespa.
Fonte - Portal Exame
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